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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

A histeria pelo aquecimento global ameaça mais a liberdade do que o comunismo, diz presidente checo


O que está em perigo não é o clima global, mas sim a liberdade. E ela está sendo ameaçada pelos ambientalistas, escreveu o presidente da República Checa, Vaclav Klaus (ao lado), no “Financial Times”. Eles propõem medidas radicais e imediatas. Um filme “documentário” de Al Gore e o 4º relatório do IPCC (United Nations’ Intergovernmental Panel on Climate Change) são armas da ofensiva ambientalista.







Greenpeace promove demolição de prédios junto ao mar, Almeria

As pessoas racionais e amantes da liberdade devem reagir, acrescentou Klaus. Para ele, a histeria do aquecimento global é um exemplo típico da oposição entre a verdade e a propaganda.

“Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida — sentenciou o presidente checo — eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”. Em outras palavras, eles querem substituir o arcaico dirigismo comunista — “central”— pelo dirigismo “global” ecologista.

Ativistas tentam impedir pesca da baleia


Klaus lembra que qualquer criança aprende na escola que houve variações históricas de temperatura, que houve glaciações, que a Idade Média foi muito mais quente. É preciso resistir a politização da ciência e ao falso “consenso científico” forjado por uma minoria rumorosa de cientistas, e não pela “maioria silenciosa” dos especialistas não ideologizados, concluiu.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Ambientalistas fanáticos ameaçam de morte cientistas prudentes

Cientistas que questionaram o alegado impacto dramático do aquecimento global receberam ameaças de morte ou estão sendo banidos da comunidade científica, denunciou o diário londrino “Sunday Telegraph”. Esses cientistas denunciam que o debate sobre o aquecimento global foi “seqüestrado” por uma aliança de políticos, cientistas e ambientalistas que veiculam o suposto impacto catastrófico do C02 de origem humana.

Dr. Timothy Ball

Timothy Ball, ex-professor de climatologia na Universidade de Winnipeg, Canadá, já recebeu cinco ameaças de morte por duvidar do grau de influência do homem na mudança do clima.

O Prof. Ball aparece no documentário “The Great Global Warming Swindle”. Nele, vários cientistas defendem que o aquecimento global atribuído ao homem deixou de ser ciência e tornou-se religião que ignora toda outra explicação possível.

Richard Lindzen, professor de Ciência Atmosférica no Massachusetts Institute of Technology denuncia que os “cientistas que dissentem do alarmismo têm visto desaparecer seus financiamentos, seus trabalhos foram postos em derrisão, e eles próprios foram etiquetados de lacaios da indústria”.

Cientistas abandonam idéia do “aquecimento global” gerado pelo homem


Eminentes cientistas abandonaram a idéia de que o aquecimento global seja obra do homem ou da civilização. Agora engrossam as fileiras dos “céticos” em relação a essa alarmista teoria, após revistarem novos estudos, constatou o senador americano Marc Morano.

O senador acrescentou que os mais prominentes destes cientistas recusam a tentativa de criar um falso consenso sobre o aquecimento da Terra. A tentativa têm como aríetes o ex-vice-presidente Al Gore e órgãos da ONU, com a decisiva participação da macrocapitalismo publicitário.

O senador Morano apresentou o que seria apenas o topo de um iceberg de cientistas que se opõem à histeria ambientalista, e anunciou que apresentaria no Senado uma outra lista muito mais extensa ainda.

sábado, 1 de setembro de 2007

Nevada histórica ridiculariza ecologistas


"Bota a culpa no aquecimento global”, uivava o roqueiro na tela da TV Argentina, que transmitia o festival rock-ecológico mundial Live Earth, promovido em 100 locais de oito países pelo guru do ecologismo radical, o ex vice presidente americano Al Gore.

Enquanto isso ocorria, os olhares dos espectadores estavam fixos nas janelas. Uma nevada excepcional, em meio a intensas ondas polares, chegou até Buenos Aires [foto], fenômeno este que só acontecera em 1918! O país parou completamente. Crianças e adultos brincaram alegremente na neve, pouco se incomodando com os slogans catastrofistas e a fanática pressão a respeito de um suposto e apocalíptico “aquecimento global”.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Ingleses acham que aquecimento global é exagero

O público inglês acredita que os efeitos do aquecimento global não são tão ruins quanto dizem políticos e cientistas. Esta opinião do senso comum foi colhida pelo instituto Ipsos Mori que consultou 2.032 adultos. 56% acredita que os cientistas questiona os hipotéticos malefícios do aquecimento global. Muitos acham que o problema foi exagerado para obter verbas. Problemas mais concretos passam na frente das preocupações como o terrorismo, a pichação de locais públicos, o crime e a ração do cachorro.
O responsável pela pesquisa, Phil Downing, disse que ela mostrou que há muito a fazer para encorajar novos estilos de vida, como se o instituto Ipsos não se limitasse a registrar tendências mas estivesse engajado em mudar a opinião e a vida das pessoas. “Um número importante de pessoas têm muitas dúvidas sobre quão sério seja o aquecimento global e acreditam que tem sido super-exagerado”, completou Downing.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Estado indiano equipara direitos de homens e elefantes!


A Suprema Corte de Justiça do estado de Rajastão (Índia) sentenciou que o elefante é uma “criatura vivente equivalente ao ser humano”, estando em pé de igualdade com o homem, inclusive para efeitos do seguro de vida, informou a agência indiana DNA. Na decisão, pesaram perniciosamente as falsas crenças hinduístas, segundo as quais a alma humana se reencarna sucessivamente em animais e vegetais. Daí um culto à natureza de tipo panteísta, como se vê na foto à esquerda, de populares “rezando” diante de um elefante morto. Até lá chegam os absurdos do paganismo. E até lá quer nos arrastar certo ecologismo radical, ebrio de irracionalidade!

Zôo de Londres exibe homens em jaula

O zoológico de Londres expôs oito seres humanos quase nus numa jaula, por sugestão da Sociedade Zoológica de Londres. A finalidade é convencer o público de que “o homem pertence ao gênero animal”. Finalidade totalmente absurda, pois na realidade ele faz parte de um gênero próprio, o humano, dotado de alma espiritual e imortal. Outro objetivo é “mostrar que sua proliferação [a do homem] é uma verdadeira praga para as outras espécies”, patenteando o fundo anti-humano e praticamente satânico da ecologia radical.

Lobos vorazes protegidos pelo ecologismo


O ministro francês do Ambiente permitiu que se abatessem alguns lobos, para tranqüilizar os pastores da Sabóia. Desde que a Convenção de Berna, bafejada pelo ecologismo, declarou os lobos “espécie protegida”, eles se multiplicaram a ponto de dizimarem os rebanhos. Sempre mais numerosos, os lobos devoram as ovelhas às dezenas, segundo o diário parisiense “Le Figaro”. Como na fábula de La Fontaine, a convivência pacífica entre lobos e ovelhas acabou muito mal. Mas o fanatismo ecologista rejeita o bom senso, e como conseqüência as vítimas são as ovelhas... Têm pena dos lobos, mas não das ovelhas. Símbolo da atuação dos defensores dos chamados “direitos humanos”.

sábado, 4 de agosto de 2007

Ecologistas "liberam" javalis que ameaçam a população


60 javalis soltos na região apavoram vilarejo na Inglaterra. Os perigosos animais foram libertados por “ativistas dos direitos dos animais”. Na lógica neo-comunista, os direitos humanos dos pacíficos aldeões que se fritem, afinal de contas “direito humano” é só para bandido e marginal, nunca para cidadão honrado
Não é a primeira vez que esse “feito” predador acontece.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Líder ecologista exorta à dizimação da humanidade


Em conferência promovida pela Academia de Ciências do Texas (EUA), o ativista pelos "direitos dos animais", Dr. Eric R. Pianka, propôs espalhar o vírus Ebola, mais fulminante que o HIV, para "matar os bilhões que devem morrer logo, se é que se quer resolver a crise populacional". Elogiou também o controle da natalidade na China comunista. Reconheceu que a opinião pública não se encontra “preparada” para ouvir essas monstruosas propostas, mas disse estar "falando para os convertidos", os quais o ovacionaram. Pianka é mais um dos ecologistas que pregam o ódio contra o gênero humano, no entanto criado à imagem e semelhança de Deus.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Ecologismo militante contra o homem

Em conseqüência de leis ecologistas insensatas, na Amazônia chegou-se a contar 2.000 espécimes de jacaré-açu em 1 quilômetro de rio. A cidade de Caldas, no sul de Minas, sofreu cortes freqüentes de energia, danificação de telefones e telhados, devido à invasão de maritacas, tirivas e periquitos, pois é proibido caçá-los.Muitos animais e aves, outrora domésticos, não podem ser mantidos em casa devido a leis ecológicas, sendo substituídos por bichos exóticos como as serpentes boa-constrictor e piton, o canguru e a iguana.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Passeata contra ecologia exagerada fez sucesso na Inglaterra


A violência dos ecologistas pelos chamados “direitos dos animais”, ou ecoterrorismo, tem depredado laboratórios e fazendas de aperfeiçoamento de animais. Para isso, usam métodos que vêm sendo copiados no Brasil pela Via Campesina (uma multinacional das invasões) e o MLST. Devido a essa onda, Laurie Pycroft, estudante de Swindon, Inglaterra, organizou uma passeata a favor dos testes científicos com cobaias, nas ruas de Oxford, sede da famosa Universidade, onde os ecoterroristas bloqueavam a instalação de um laboratório novo. “Salve vidas humanas, teste em animais” e “Abaixo as ameaças, abaixo o medo, queremos pesquisas com animais aqui” — diziam os cartazes. O sucesso da marcha comprovou a repulsa da opinião pública inglesa às imposições antinaturais dos verdes.

Relatório do IPCC é contraditório e carece de provas


O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) publicou afinal seu relatório. Cientistas verificaram que o IPCC espalhou muitos exageros, imposturas e contradições. Com base nesse relatório, certa mídia, ecologistas exaltados e “inocentes-úteis” exigem privações incompatíveis com o progresso e a civilização. O pretexto é evitar conseqüências apocalípticas — até agora não comprovadas seriamente — do aquecimento global. No documento oficial do IPCC, a comunidade científica constatou falta de provas, de números indiscutíveis, de informações e pesquisas atualizadas; e abundância de dados conflitantes. O IPCC não é um órgão científico, mas sim político, que alberga militantes esquerdistas à procura de nova bandeira para destruir a civilização ocidental.

Aquecimento global: pretexto para redução da humanidade

Ecologistas radicais, estimulados pelo falso mito do aquecimento global, postulam drástica redução da população mundial. O ecologista Paul Watson, presidente do Sea Shepherd Conservation Society, qualificou os homens de “vírus”, de “AIDS da terra”. Pediu também que as famílias numerosas sejam indiciadas por “eco-crime”. Para ele, a população mundial deve baixar a menos de 1 bilhão, com pessoas vivendo num estado primitivo em comunidades menores de “20.000 pessoas separadas por áreas selvagens”. Algo muito parecido às utópicas tribos idealizadas pelo progressismo tribalista, que há anos subverte o Brasil. Contribuiria também para diminuir a humanidade a recente proposta de Frei Betto, de liberalizar o aborto.

Cientistas contestam alarmismo por aquecimento global

É ridículo falar em consenso científico a respeito do propalado “aquecimento global”, disse o cientista Fred Singer, professor da Universidade de Virginia e presidente do Science and Environmental Policy Project. No livro Unstoppable Global Warming: Every 1500 Years, Singer observa: "É pura fantasia dizer que grande número de cientistas especialistas em mudanças climáticas globais endossem uma interpretação alarmista dos dados recentes sobre o clima”. Pelo contrário, centenas deles argumentam contra o sensacionalismo midiático. O extremismo ecologista está se revestindo de ares científicos para conduzir sua ofensiva contra a civilização e o progresso.

A natureza dá lição ao exagero ecológico


O ecologismo sensacionalista sofreu rotundo desmentido quando cientistas do ministério francês do Meio Ambiente constataram a desaparição dos efeitos do afundamento do petroleiro Erika, na Bretanha, em 1999. Desde então as aves multiplicaram-se, as algas reocuparam a área, os golfinhos voltaram e as ostras há anos já se purificaram. A natureza consertou até os danos feitos por uma limpeza exagerada exigida pelo ecologismo radical. De fato, este transforma acidentes comuns em catástrofes apocalípticas, ignorando ou fingindo ignorar que Deus criou na natureza sábios mecanismos de assimilação dos desarranjos.

Pânico de acidente remoto com asteróide conduz ao desvario

Asteróide Apófis

A Associação dos Exploradores Espaciais (AAAS) de São Francisco (EUA), composta por ex-astronautas e astrônomos, pediu à ONU que salve a Terra de — o leitor não se espante — um asteróide! Segundo a AAAS, há uma chance de 0,002% de o asteróide Apófis atingir a Terra em 2036. Abstraindo ou negando a proteção da Divina Providência, o espírito humano descobre perigos insondáveis, sendo dominado por temores absurdos e quiméricos que o levam ao desvario.

Catastrofismo ecológico da ONU: fraude científica


Cientistas ativistas do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) da ONU divulgaram em Paris comunicado com slogans catastrofistas sobre o aquecimento global. O fato foi bombasticamente ecoado pela mídia mundial. Porém não publicaram o aguardado relatório oficial, em razão da oposição que fazem cientistas da maior relevância às afirmações apresentadas. Aliás, chama a atenção que os verdadeiros cientistas vêm sendo banidos do IPCC, disse Fabrizio Proietti, do Centro Europeo di Studi su Popolazione, Ambiente e Sviluppo, de Milão. Sintomaticamente, no Brasil, os chamados movimentos sociais passaram a explorar os slogans do IPCC, para incrementar a agitação na Amazônia e em todo o País. A própria Campanha da Fraternidade da CNBB toma, a respeito da Amazônia, posição pouco condizente com a soberania nacional.

Estado indiano equipara direitos de homens e elefantes!


A Suprema Corte de Justiça do estado de Rajastão (Índia) sentenciou que o elefante é uma “criatura vivente equivalente ao ser humano”, estando em pé de igualdade com o homem, inclusive para efeitos do seguro de vida, informou a agência indiana DNA. Na decisão, pesaram perniciosamente as falsas crenças hinduístas, segundo as quais a alma humana se reencarna sucessivamente em animais e vegetais. Daí um culto à natureza de tipo panteísta, como se vê na foto à esquerda, de populares “rezando” diante de um elefante morto. Até lá chegam os absurdos do paganismo. E até lá quer nos arrastar certo ecologismo radical!

Estranha assembléia esotérico-ecológico-esquerdista

Reuniu-se em Brasília o I Foro Espiritual Mundial para “construir uma nova religião planetária”. A “estrela” do evento foi o ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff, que leu a Carta da Terra, manifesto gnóstico-panteísta que visa estulta e blasfematoriamente substituir os 10 Mandamentos. Espíritas, pajés, monges budistas, astrólogos, teósofos e adeptos de outras superstições misturaram-se sob o patrocínio da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, do Governo do Distrito Federal e da ONU. Foram palestrantes o ministro do Desenvolvimento Econômico, Social e de Combate à Fome, Patrus Ananias, e ministros do STF. Sincretismo, esoterismo, esquerdismo, e ecologismo trabalham para o mesmo caos universal, que alguns chamam de Nova Era.

Tragédia desmente utopismo ecologista


Um certo ecologismo irênico, muito pouco conhecedor da natureza, faz pensar que os bichos são sempre “bons” se tratados com carinho. Recente tragédia de impacto mundial desmentiu essa falácia. O naturalista australiano Steve Irwin morreu vítima de uma raia, que lhe feriu o coração enquanto tentava ousada filmagem no litoral da Austrália. É necessário que o homem exerça seu reinado sobre os animais, favorecendo os benéficos, eliminando os perigosos e selecionando os demais. Mas o ecologismo revolucionário revolta-se contra esta supremacia da natureza humana, fundada nas Sagradas Escrituras, na ordem do Universo e no próprio bom senso.

Ecologistas e “atividades terroristas domésticas”

Um júri de Oregon (EUA) condenou 11 ecologistas dos grupos Frente pela Libertação Animal e Frente pela Libertação da Terra. Cometeram 65 crimes, incluindo incêndios premeditados, formação de quadrilha e depredação de propriedades públicas e privadas. Para os promotores públicos, o caso é um "modelo de atividades terroristas domésticas". Eles agiram nos estados de Oregon, Wyoming, Washington, Califórnia e Colorado, de 1996 a 2001. Embora condenados, os extremistas seguem influenciando por meio de ONGs "moderadas" que enganam os ingênuos.

Fundador de Greenpeace desqualifica ecologismo

Sir Patrick Moore, fundador de Greenpeace, poderosa ONG ecologista, incitou os EUA a não ratificar o Protocolo de Kyoto, que deveria limitar a emissão de gases poluentes.

"Acho que todo o processo de Kyoto é um colossal gasto de tempo e dinheiro", disse Moore na 11ª Conferência Mundial sobre a Alteração Climática, em Montreal.

Ele também rejeitou as previsões alarmistas sobre o aquecimento global.

Para Moore, o movimento ecologista está dominado pela esquerda radical e não tem autenticidade. Isso o levou a sair do Greenpeace.

domingo, 29 de julho de 2007

Cultura de uvas desmente exageros ecologistas


A propaganda ecologista sobre o “aquecimento da Terra”, atribuído ao progresso material, recebeu mais um desmentido. Os registros paroquiais na Borgonha, França, guardam cuidadosamente as dadas das festas ligadas à vindima, desde a Idade Média. Como não mudaram a uva – da casta pinot noir –, os lotes e os métodos de cultura utilizados no decorrer dos séculos, esses registros fornecem um critério imutável e imparcial para se deduzir as temperaturas anuais. Assim, os cientistas constataram que a temperatura média do verão de 1370 foi maior que a de 2003. E que, a partir daquela data, houve oscilações para mais e para menos. O alarmismo ecologista, acentuado após a onda de calor que atingiu a França em 2003, sofreu contundente desmentido.

Ambientalismo danoso perde em plebiscito


Os proprietários urbanos e rurais do Estado de Oregon, EUA, prejudicados por leis ambientalistas abusivas, terão direito a indenização ou a serem eximidos do cumprimento dessas leis. A proposta foi aprovada em plebiscito em 2 de novembro último. Oregon possui grandes florestas naturais e pouca população. Esta, porém, vem sendo confinada em áreas suburbanas por leis ecologistas utópicas e danosas. Os ecologistas mais ativos nas cidades reagiram virulentamente. Porém, a medida obteve 60% de votos favoráveis, especialmente dos eleitores rurais que conhecem bem a natureza.