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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Criacionismo cresce entre professores e alunos da França e da Inglaterra


29% dos professores ingleses acham que o criacionismo e o “intelligent design” deve ser ensinado nas aulas de ciência, indicou pesquisa do canal britânico Teachers TV, segundo o diário The Guardian de Londres.

Perto de 50% dos maestros que emitiram opinião julgam que proibir as alternativas à teoria da evolução é contraproducente. A interdição, segundo eles, prejudica o respeito que os estudantes devem à ciência.

Na França, noticiou “Le Monde”, personalidades laicistas e agnósticas fizeram soar a alarme diante dos progressos do criacionismo entre professores e alunos.

Armand de Ricqlès, professor no Collège de France, escreveu um trabalho para os maestros evolucionistas saírem dos apuros em que são postos pelos argumentos criacionistas.

Ricqlès convocou a uma “reação”, pois julga “inadmissível” que numa sociedade laicista como a inspirada pela Revolução Francesa o criacionismo tenha a expansão que está tendo.

Em vez de reprimir, ou afogar as posições criacionistas ou do “intelligente design”, por quê os evolucionistas não apresentem argumentos e provas verdadeiramente convincentes?


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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Boas notícias da natureza que a mídia ecologicamente ideologizada abafa

Christmas tree worm found at Lizard Island. Photo John Huisman, Murdoch University, 2008
A 100 milhas náuticas de Tasmania, segundo informaram os diários “The Australian” da Austrália e “Times” de Londres, uma equipe de cientistas achou mais de 270 novas espécies marítimas.

Entre elas há peixes, crustáceos, moluscos, esponjas e corais.

Além do mais mapeou 80 novas montanhas subaquáticas, incluindo antigos vulcões.

Pela riqueza de sua biodiversidade a região foi apelidada de “florestas tropicais das profundezas”.

A expedição foi liderada pela Australia’s Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO), do governo australiano.

Estrela a 1km profundidadeAo anunciar esta rica descoberta, o cientista Kate Wilson, da CSIRO, disse que os oceanos ainda são um mistério pela multiplicidade de espécies, das quais “se sabe menos que da superfície de Marte”.

“Em águas australianas, ‒ acrescentou ‒ por exemplo, mais de 40% das criaturas trazidas a superfície por nossos cientistas jamais tinham sido vistas antes”.

Os cientistas declararam-se convictos de que só foi explorada uma tênue fração da biodiversidade das águas.



Whale shark, Rhincodon typus, Ningaloo Reef. Photo Gary Cranitch, Queensland Museum, 2008Os achados ocorreram durante duas viagens: uma em novembro de 2006 e outra em abril de 2007.

O fato é auspicioso e mereceria ter sido largamente informado.

Os leitores ingleses e australianos gostaram muito de ouvir por parte das ciências naturais substanciosas notícias, trazendo resultados excelentes e bem apresentados.

Mas há uma predisposição ideológica de certa mídia a esconder este bom noticiário.

Pois ele contradiz a propaganda ecologista que tende a exagerar os fatos e dar a impressão que caminhamos para o desaparecimento das espécies que há no planeta, quando na verdade, o homem nem sequer sabe quantos milhares de espécies existem nele.

Nardoa rosea, sea star as seen from the underside, Heron Island. Photo Gary Cranitch, Queensland Museum, 2008Estas expedições não foram as primeiras bem sucedidas.

E tudo indica que não serão as últimas.

Continuamente estão sendo feitas novas descobertas biológicas na Oceania e outros mares por dedicados cientistas.

Mas também a censura "ecologicamente correta", abafa, silencia, não da o relevo merecido.

Mas se algum ativista ideologicamente "certo" - apocalíptico - fizer escândalo contra o progresso da civilização por causa de um pobre pingüim doente tem a cobertura jornalística garantida.

A cuttlefish spotted at Lizard Island. Photo John Huisman, Murdoch University, 2008



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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ignorância ou fraude nos exageros ambientalistas sobre o derretimento do Ártico?

Washington Post 2-11-1922
A toda hora, a mídia sensacionalista e ativistas do apocalipse ecológico espalham alarmistas focalizações e descabidas conclusões a respeito do derretimento do Ártico.

A tendência é bem conhecida e preconcebida: bloquear o progresso e reduzir a civilização ocidental, com o argumento de que eles levam o planeta a um colapso fatal.

Para esses propagandistas, seria bem interessante lerem a seguinte notícia sobre o derretimento do Ártico veiculada pelo “Washington Post” em 2 de novembro de 1922!!!

Ela reproduz um despacho da Associated Press. Matéria semelhante porém bem mais extensa fora publicada pela Monthly Weather Review de 10 de outubro daquele remoto ano.

As matérias patenteiam que o degelo do Ártico não é novidade, e confortam a posição cientifica de estarmos diante de ciclos de oscilação térmica ainda insuficientemente conhecidos.

Portanto, nada de catastrofismo nem de fim do mundo como quer fazer certa ideologia ecologista, empenhada, como o transato comunismo, em arrefecer e afogar a cultura ocidental.

A notícia foi recuperada por John Lockwood na Livraria do Congresso e foi objeto de matéria no Washington Times de 14 de agosto de 2007.

Catastrofismo ecológico midiático a respeito do  Ártico Também foi comentada em diversos blogs e algumas poucas colunas jornalísticas (cfr “Correio do Povo, 29/6/2008).

Porém, a grande mídia abafou e deixou a maioria dos brasileiros na ignorância do achado.

Eis uma tradução do recorte do Washington Post:

The Washington Post, 2 de novembro de 1922

O Oceano Ártico esta esquentando; as focas desaparecem e os icebergs derretem

Associated Press

O oceano Ártico está esquentando, os icebergs estão ficando cada vez mais escassos e, em alguns lugares, as focas estão achando as águas quentes demais, de acordo com um relatório para o Departamento de Comércio, enviado ontem pelo cônsul (George Nicolas) Ifft a Bergen, Noruega.

Relatos de pescadores, caçadores de focas e exploradores, afirma o relatório, todos eles apontam uma mudança radical das condições climáticas e até agora inauditas temperaturas na zona do Ártico. Expedições de exploradores relataram que muito pouco gelo foi encontrado, e com dificuldade, em latitudes tão ao norte como 81º 29’.

Sondas mostraram que numa profundidade de 3.100 metros a Corrente do Golfo está ainda muito quente. Onde havia grandes massas de gelo agora pode se ver terra e pedras, continua o relatório, enquanto em muitos pontos glaciares bem conhecidos desapareceram inteiramente.

Encontram-se muito poucas focas e peixes brancos no Ártico oriental, enquanto que vastos cardumes de arenques e eperlanos, que nunca antes tinham se aventurado tão ao norte, estão sendo encontrados em antigas áreas de caça de focas.


terça-feira, 16 de setembro de 2008

Chefe-geral do monitoramento por satélite da Embrapa: “a agricultura é a salvação” para a Amazônia

Evaristo Eduardo de Miranda
Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), defendeu a tecnologia (inclusive os transgênicos) para garantir o abastecimento mundial de alimentos e evoluir na produção de biocombustíveis, em entrevista para National Geographic Brasil.

Miranda não aceita que a mídia – e até certos pesquisadores – tratem o Brasil como o grande vilão do planeta com o pretexto do desmatamento na Amazônia. “Somos o país que mais preserva florestas nativas, com a matriz energética mais limpa, o que menos emite CO2 por quilômetro quadrado e por habitante”, disse.

“Se a agricultura ainda emite gases de efeito estufa, sobretudo em regiões primitivas e pouco tecnificadas, nas terras do agronegócio ela é solução para o aquecimento global. Sobretudo no caso do Brasil” explicou ele.

Sobre a cana afirmou: “a cana é uma planta extraordinária. O açúcar e o álcool são feitos basicamente de carbono, hidrogênio e oxigênio com a energia solar. A cana retira esses produtos do ar, e é um cultivo que não esgota a terra, como muita gente pensa. É uma cultura que fica no campo por seis anos. Isso é sinônimo de proteção ao solo, por causa de sua grande massa verde e suas raízes profundas. (...) Não fosse a alternativa do álcool, a qualidade do ar dos grandes centros urbanos brasileiros estaria insuportável, muito pior do que hoje. E não é só. Em parte das usinas de cana do país, o bagaço é usado para gerar energia elétrica – uma fonte que já representa 4% dessa energia no Brasil”.

Amazônia legalNational Geographic Brasil: Não há risco de se fazer da Amazônia um imenso canavial, como muitos temem?

Não acredito nisso. Acho que a cana-de-açúcar tem potencial na região, sem nenhum risco para a floresta. Outra lenda é a de que o solo da Amazônia está sendo degradado pelo plantio de soja, algodão e outros víveres. Para ter uma idéia, só neste ano 39% da produção de soja do Brasil veio da Amazônia, além de 47% da de algodão e 20% da de grãos. A maior produtividade de soja do mundo está na Amazônia.”

National Geographic Brasil: Tudo isso o deixa entusiasmado?

Muito. Com tecnologia a agricultura brasileira não precisa crescer espacialmente nem desmatar, ao menos nos próximos 50 anos. Claro que isso não se aplica ao país inteiro. Em alguns lugares é preciso desmatar neste ano, como em certas regiões da Amazônia onde há famílias de agricultores instalados há 40 ou 50 anos. Deve-se pensar que essas famílias crescem e têm direito a expandir seus negócios.

Acre, seringal RibeirinhoNational Geographic Brasil: Isso é polêmico. Essas pessoas não poderiam viver do extrativismo de produtos regionais, como o açaí e o cupuaçu?

Elas não conseguem viver do extrativismo. Desafio alguém a provar o contrário. Quem vive do extrativismo, hoje, vive mal, com níveis de renda baixíssimos, sem assistência médica, além de isolado na floresta. (...) no geral, não é alternativa viável.”

National Geographic Brasil: O que é que o senhor pensa a respeito dos transgênicos?

Sou a favor da pesquisa e do avanço nessa área. Pouca gente sabe, mas toda a insulina encontrada hoje no Brasil é produzida por bactérias transgênicas, além de uma série de outros remédios. Muitos alimentos também estão sendo modificados para melhorar a sua qualidade nutricional. Com relação ao meio ambiente, se pegarmos o caso do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde se planta soja transgênica há mais de dez anos, houve uma melhoria impressionante das condições ambientais. (...) Não só: a diminuição da emissão de CO2 também foi imensa. Quando se pulveriza o campo com pesticidas, é preciso passar várias vezes com o trator pelas plantações, queimando muito combustível. Sem contar que os defensivos agrícolas são produzidos com petróleo.”

National Geographic Brasil: Com relação à expansão da pecuária na Amazônia, o senhor também não vê problemas?

Não. Assim como você e eu, os moradores da Amazônia também querem qualidade de vida. Por isso, em regiões como a da Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, o desmatamento chega a quase 40%. Os seringueiros sabem qual é o retorno de uma hora de trabalho no seringal e perceberam as vantagens de trabalhar com a pecuária. Esse fato faz com que em várias cidades do Acre os nativos e seus filhos possam tomar iogurte e comer queijo. O que para nós é um hábito trivial para eles é algo novo e bom, porque eles nunca tiveram essa possibilidade. Que direito temos nós – que vivemos aqui no Sul, gostamos de consumir leite e picanha e somos altamente poluidores – de afirmar que um seringueiro no Acre não pode ter essas mesmas oportunidades de consumo ou melhorar sua renda? Há uma questão ética nisso tudo muito séria. Nós não estamos ouvindo o que o homem amazônico realmente quer para a vida dele e ditamos regras das quais ele talvez não queira aceitar seguir.”

Amazonia cobertura vegetalNational Geographic Brasil: Como o senhor vê o ambientalismo no Brasil hoje?

O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (...) Acho também que outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A ciência fala evidências que desmontam os mitos irracionais ambientalistas

Na “Folha de S.Paulo” de 1/9/2008 o Prof. José Carlos de Almeida Azevedo, doutor em física pelo MIT e ex-reitor da UnB, escreveu verdades que desmontam mitos ecologistas descabelados. Houve algumas reações iradas no campo comuno-ambientalista, porém não trouxeram maior novidade. Vejamos alguns excertos do professor:

Ambientalistas, embaixada da Finlandia, Buenos Aires, Verde, cor nova do comunsimo“Há os que querem extinguir a humanidade para salvar a natureza (...) há os pseudo-“ambientalistas” arautos do apocalipse, que querem levar à miséria povos e nações (...) iludem incautos em proveito próprio e os alarmam com os danos do “aquecimento global”, que nada tem a ver com conservação da natureza.

“Eles sofrem descrédito crescente. (...) a algaravia do aquecimento foi tão estridente e irracional que gerou contestações científicas que a invalidaram. (...)

É irracional dizer que o CO2 causa o aquecimento da Terra (de 0,6 graus Celsius no século 20) porque o aumento da sua temperatura antecede o do CO2 em milhares de anos, um fato comprovado.

Militantes Earth First, Verde cor nova do comunismo“Essa irracionalidade fez o inglês Stuart Dimmock, motorista de cami-nhão, acionar o Judiciário para impedir a distribuição do filme de Al Gore nas escolas por conter erros graves. A Justiça britânica, em 10/10/07, reconheceu 12 erros em atribuir ao CO2 o aumento da temperatura.

“Apesar dos US$ 50 bilhões que IPCC e adeptos consumiram, eles nada comprovaram sobre a influência do CO2. Falam em indícios, vestígios, impressões, sinais, modelos e prognósticos sobre o que ocorrerá em cem anos, quando nenhum de nós estará vivo para conferir.

As “projeções climáticas por computador” são falhas, os modelos climáticos são incompletos, não incluem fenômenos físicos importantes e a teoria matemática está errada. (...)

Rajendra Pachauri do IPCC  ganhou Nobel da Paz junto com Al GoreA irracionalidade dos alarmistas é tanta que desconhecem os estudos científicos recentes sobre o clima, publicados nas mais importantes revistas de geociências, física e geofísica, (...) Os adeptos da versão irracional do “CO2 antropogênico”, aí incluídos os poetas parnasianos, que ofendem e ameaçam pessoas, fazem afirmações irracionais e agem como os “panzergrenadier” e os “Hitler Jugen”, (...)

“Querem o IPCC “et alii” limitar o aumento da temperatura na Terra em uns dois graus Celsius até o ano 2100, e isso custará trilhões de dólares. Se gastarem tal quantia e nada acontecer, ficará por isso mesmo. Se não gastarem e a temperatura subir os dois graus, haverá mais alimentos, porque o CO2 é essencial à vida na Terra, ao crescimento das plantas.”


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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Arqueólogos e lingüistas revelam civilização urbana no Alto Xingu, Amazônia

Ciudades amuralhadas no alto Xingu, Amazônia

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Após dez anos de pesquisas arqueológicas no Alto Xingu, cientistas do Brasil e dos EUA constataram que, antes de Colombo, os índios da região moravam em conglomerados comparáveis a algumas cidades da Grécia ou da Idade Média.

Há 2.000 anos, essas cidades de até 50 hectares tinham muros, praças e centros cerimoniais e estavam ligadas por uma densa rede de estradas.

Seus habitantes desmatavam, construíam canais, tinham roças, pomares, tanques para criar tartarugas, pescavam em larga escala e faziam uso contínuo e sistemático da terra.

Cidades amuralhadas na AmazoniaAs conclusões foram publicadas pela reputada revista “Science”.

Na região amazônica de Beni, Bolívia, arqueólogos tinham observado desde avião o traçado de canalizações e divisórias de roças muito bem definidas, além das intrigantes "terras negras" fruto da adubação. Os trabalhos eram, porém, muito hostilizados pelos ambientalistas .

Segundo o escritor científico Charles C. Mann, autor de "1491", livro que ganhou o prêmio da U.S. National Academy of Sciences para o melhor livro do ano (2005), os ambientalistas temiam que o trabalho científico trouxesse um desmentido ao "prístino mito". Segundo este mito ideológico e teológico os índios antes da descoberta e evangelização de América viviam numa terra edênica.

1491, Charles C MannMas os índios são seres humanos e é natural que façam o que os homens fazem e sempre fizeram: construir casas, cidades e estradas, plantar, criar animais para se alimentar e para se vestir.

Muitas das observações já haviam sido parcialmente publicadas, fotos podem se obter na Internet.

O antropólogo Carlos Fausto, do Museu Nacional foi um dos principais pesquisadores no Alto Xingu junto com a lingüista Bruna Franchetto, também do Museu Nacional e o arqueólogo americano Michael Heckenberger, da Universidade da Flórida.

Para este último, o planejamento urbano amazônico pré-Colombo era mais complicado que o da Europa medieval. Ele incluía “uma distribuição geométrica precisa” segundo Fausto.

Ficou provado que a Amazônia pré-colombiana viu florescer remarcáveis concentrações urbanas. Na plenitude de sua expansão, a civilização do Xingu foi povoada por 50 mil habitantes, dotados de autoridade política e religiosa que governava as cidades menores a partir das principais.

Antigas roças, Beni, BoliviaAs estradas podiam ter entre 20 e 50 metros de largura e foram identificadas algumas com 5 quilômetros de extensão. Para atravessar alagamentos foram construídas pontes, elevações de terreno e canais para canoas.

Também foram apontadas barragens e lagos artificiais, outra realidade detestada pelo fanatismo tribalista-ambientalista.

Os pesquisadores detectaram perto de 15 grupos principais de aldeias, espalhados numa superfície de 2 milhões de hectares.

As tradições orais dos índios kuikuro que habitam na região orientaram as pesquisas e foram confirmadas pelos achados: existiram civilizações política, religiosa, econômica e culturalmente definidas. “Os kuikuros têm um nome para cada uma das aldeias”, contou Fausto.

O arqueólogo Heckenberger, autor principal do estudo, sublinha que aquilo que até agora se achava ser “uma floresta tropical virgem”, de fato é uma região altamente influenciada pela ação humana. E eis que também o mito de uma floresta intocada revela ser mais outra sonho arbitrário do esquerdismo católico, influenciado pelo estruturalismo e o marxismo anti-cristãos.

Canais para agricultura, Baures, BoliviaOs trabalhos no Alto Xingu e no Beni visaram apenas a ciência. Porém, apurando a verdade deram um soberano desmentido ao mito ambientalista e comuno-tribalista, segundo o qual seria próprio à cultura dos índios da Amazônia viverem como selvagens, nus, vagueando pelo mato, sendo por natureza incapazes de constituir uma civilização.

A partir de dados científicos pode se sustentar com tranqüilidade que a lamentável situação em que vivem certos índios não é nenhuma fatalidade cultural, mas sim uma decadência de uma cultura mais alta.

Obviamente, esta constatação é um convite a ajudar esses índios a se recuperarem inclusive do ponto de vista civilizatório. E é um estímulo caritativo à evangelização deles, ponto de partida para uma cultura cristã e genuína, obviamente brasileira.


quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Projeto europeu quer “comunidade de iguais” entre homens e símios: ecologismo fanático e achincalhe da Humanidade

Site Proyecto Gran SimioO governo socialista espanhol outorgou absurdos “direitos inalienáveis” ao orangotango, ao chimpanzé e ao gorila a título de “companheiros da humanidade”.

A nova norma garante a esses animais o direito à vida, à liberdade e a não ser torturado.

Ela é fruto do projeto europeu Grande Símio impulsionado na União Européia (EU). I. é, na mesma EU que incita à massacre dos bebês não-nascidos do modo cada vez mais ilimitado.

Quem violar o delirante texto legal será punido criminalmente.

A deputada oposicionista Raquel Arias disse que o programa Grande Símio visa incluir antropóides e humanos numa “comunidade de iguais”.

Projeto Grande Simio. Verde, cor nova do comunismoÉ o auge da imoralidade legal soprada pela metafísica igualitária socialista aliada a um ecologismo fanático que visa demolir os restos da Cristandade e rebaixar ao último ponto a própria Humanidade.

Tudo isto enquanto os mesmos socialistas e ecologistas radicais enchem a boca com ditirambos sobre a "dignidade humana".



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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

“Pequena idade de gelo” se avizinha e espanta fanatismo ecologista

Glaciar Perito Moreno, Verde cor nova do comunismo Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha  para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha
para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
A Universidade Autônoma do México (UNAM) prognostica que a Terra caminha para uma “pequena era de gelo”, que terá uma possível duração de 60 a 80 anos. Ela resultará da constatada diminuição da atividade solar.

A posição da UNAM foi exposta pelo investigador do Instituto de Geofísica Víctor Manuel Velasco Herrera, em ato público.

Ele foi porta-voz dos resultados do trabalho de vários meses de uma equipe de investigadores do Instituto de Geofísica da UNAM sobre a conduta dos glaciares,

Velasco Herrera demonstrou que a recente ruptura do glaciar argentino Perito Moreno não foi causada pela mudança climática, como espalhou a mídia sensacionalista.

Tratou-se, explicou ele, de um processo natural provocado cada quatro anos em média pelo desnível das águas do lago e o aumento de pressão sobre o glaciar. Desta vez, em 9/7/2008, aconteceu no inverno, fato que já se reproduziu outras vezes há mais de meio século.

Os turistas, entre eles muitos brasileiros, acodem em bom número para assistir a esse belo e impressionante espetáculo em que desaba uma quantidade colossal de gelo. O glaciar Perito Moreno tem uma superfície de 200 quilômetros quadrados que se mantém estável.

Glaciar Perito Moreno, Verde cor nova do comunismo Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha  para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha
para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Velasco sublinhou que os prognósticos do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPPC) sobre a mudança climática estão errados. “São incorretos porque só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados em cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar”, disse.

No presente, continuou, há uma diminuição considerável da atividade solar “de maneira que, dentro de dois anos começará uma pequena idade de gelo que durará de 60 a 80 anos”. A conseqüência imediata será um aumento da seca.

“Neste século os glaciares estão aumentando”, completou, como pode se observar na Cordilheira dos Andes, no glaciar Perito Moreno, no Logan – a montanha mais alta do Canadá ‒ e no glaciar Franz-Josef, da Nova Zelândia.

O diário “El Espectador” de Bogotá, acrescentou que segundo enquete feita na Inglaterra, 56% das pessoas acha que os ambientalistas estão exagerando o problema do clima.

Exemplo típico de exagero catastrofista fatalista foi dado pelo Prof. Fred Singer, da Universidade de Virginia. Para ele “o clima avança a seu bel prazer, fazendo caso omisso do que faça a humanidade. A camada de gelo da Antártica seguirá se derretendo, façamos o que façamos”.



quarta-feira, 13 de agosto de 2008

31.072 cientistas americanos denunciam exageros de Al Gore e do catastrofismo midiático

Pelo menos 31.072 cientistas americanos pediram por escrito ao governo recusar o falso "consenso"sobre o aquecimento global
Pelo menos 31.072 cientistas americanos pediram por escrito ao governo
recusar o falso "consenso"sobre o aquecimento global
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Já somam 31.072 os cientistas que participam no Global Warming Petition Project que recusa a presunção de que o “aquecimento global” se deve a atividade humana.

Entre eles há especialistas em ciências da atmosfera, climatologia, ciências da Terra, meio-ambiente e dúzias de outras especialidades.

Esses cientistas assinaram uma declaração que diz:
“Não há provas científicas convincentes de que a produção humana de dióxido de carbono, metano, ou outros gases de efeito estufa esteja causando ou venha a causar num futuro previsível, um aquecimento catastrófico da atmosfera terrestre e o desequilíbrio do clima da Terra. (...) Mais ainda, há substanciosas provas científicas de que o aumento do dióxido de carbono na atmosfera produz efeitos benéficos para os ambientes naturais das plantas e dos animais na Terra.”
O Petition Project começou a reunir assinaturas há 10 anos. Porém, o crescente delírio midiático atiçado por agitadores de esquerda arvorando roupagens científicas, fez que entre 1999 e 2007 a lista de assinaturas aumentasse sensivelmente. Notadamente, após o livro – e o filme ‒ sensacionalista “An Inconvenient Truth” (“Uma verdade inconveniente”) de Al Gore.
“O filme de Gore contêm muitas asseverações gravemente incorretas que nenhum cientista honesto, e informado pode endossar”, disse o porta-voz do Projeto Art Robinson.
Quando procurado por jornalistas a respeito do Projeto, Al Gore não quer responder.

A lista dos cientistas inclui 9.021 PhD, 6.961 com mestrado, 2.240 médicos e 12.850 portadores de títulos universitários ou equivalentes. No site do grupo estão classificados por nome, Estado e especialidade.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Antártida já foi mais quente e albergou uma tundra, concluem cientistas ingleses e americanos

Antártica, Ostracoideos, Dry Valley, Proceedings of the Royal Society B, Verde, nova cor do comunismo
Pela presença de um fóssil de crustáceo na Antártida, cientistas britânicos deduziram que esse continente teve temperaturas mais elevadas que as atuais informou o diário portenho “La Nación”.

A descoberta é outro desmentido para cada vez mais inviável teoria do aquecimento terrestre por causa da ação humana.

Os crustáceos são do tipo ostracóideo, i. é, com aspecto de concha (foto).

Foram colhidos num lago da região dos Vales Secos no leste do continente antártico (foto embaixo), bem conservados até nas suas partes brandas.

Segundo o professor Mark Williams, geólogo da Universidade de Leicester os crustáceos provam que lá houve condições ótimas para a colonização animal.

Antártica, Dry Valley, ©National Geographic, Verde, nova cor do comunismoA região ‒ 77º latitude sul! ‒ pode ter albergado um ambiente como a tundra da Sibéria, há 14 milhões de anos.

A descoberta foi divulgada pela revista “Proceedings of the Royal Society B”.

Os científicos pertencem a o British Geological Survey e a várias universidades como a de Queen Mary de Londres e de Boston, EUA.

Mas, não tem perigo, a mídia sensacionalista continuará espalhando que é preciso parar com o progresso e com a civilização porque a Antártida não está fria como poucos anos atrás!!!


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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Turbinas eólicas arruínam a paisagem francesa

Eólicas, Châtelus-le-Marcheix Milhares de imensas turbinas eólicas [foto] estão sendo instaladas na França.

Mas a experiência é calamitosa.

As eólicas obedecem ao Protocolo de Kyoto e às exigências ecologistas radicais.

Porém, produzem energia mais cara e causam mais danos que as próprias centrais nucleares.

As supostas vantagens das eólicas são “pura propaganda”, segundo a rede de ONGs Réseau Action Climat.

O que o francês mais sente é a “catástrofe paisagística”, produzida por esses gigantes metálicos.

A Academia de Medicina alertou contra o caráter pernicioso do barulho insuportável que elas fazem.

O ecologismo radical e suas propostas fazem lembrar o velho ditado: “O diabo não dá o que promete”.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Natureza desmente alarmismo ecologista

Veneza: góndola sobre o fundo
Segundo predições apocalípticas do ecologismo, 2007 deveria ter sido o ano mais quente do século. Porém, segundo o jornal “Corriere della Sera”, de Milão, foi dos mais gélidos.

Nevou na África do Sul pela primeira vez na história, e em Buenos Aires após um século. Temperaturas polares castigaram da China ao Afeganistão, do Oriente Médio até o Canadá.

Na China, o gelo matou pelo menos 107 pessoas e danificou gravemente 17,3 milhões de hectares de florestas.

Janeiro de 2008 foi o mês mais frio dos últimos 20 anos na Itália.

Veneza, canal secoO mesmo ecologismo profetizava que em 2007 o Adriático submergiria Veneza e avançaria até Mântua.

Porém, jamais a água esteve tão baixa em Veneza, a ponto de gôndolas, barcas e vaporetti (foto) não poderem navegar normalmente, observou o diário “La Stampa” de Turim.


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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Ar fresco: cientistas negam “aquecimento global”

Um grupo de cientistas brasileiros entregou documento ao Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, contestando que haja influência ponderável da civilização nas mudanças climáticas globais, e afirmando que tal influência permanece sem comprovação.

"Aquecimento Global é terrorismo climático", diz o Prof. Luiz Carlos Molion, Prof. de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas

Os signatários também se declaram “céticos sobre a existência do aquecimento global”.

Para eles, dentro de 20 anos a temperatura do planeta terá diminuído; o famigerado relatório do painel da ONU sobre mudança climática (IPCC) é “alarmista”; e o Protocolo de Kyoto, “inútil”.

Os cientistas participam do projeto Cloud, que reúne 24 universidades de dez países, e deploram que a imprensa só conceda espaço aos alarmistas apocalípticos, empenhados na demolição da civilização ocidental a pretexto de combater o tal “aquecimento”.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Cientistas rejeitam teoria da influência humana no aquecimento global

Mais de 400 eminentes cientistas, renomados mundialmente em dezenas de especialidades, publicaram estudos individuais sustentando que o aquecimento global deve-se a ciclos naturais e não pode ser relacionado com atividades humanas.

Ditos trabalhos representam mais de 50% dos escritos científicos recentes sobre o tema. A imensa lista desses cientistas e dos seus trabalhos, com um excerto de cada um, foi publicada pelo Comitê do Senado dos EUA para o Meio Ambiente e Obras Públicas.

Muitos deles são ou foram membros do IPCC, e contestam os diretores desse organismo da ONU que, movidos por tendências ideológicas anti-capitalistas, publicaram conclusões abusivas sobre o chamado aquecimento global.

A mídia, entretanto, silencia a produção científica da maior parte dos cientistas que não vêem grande influência humana em fenômenos de aquecimento, deixando o público à mercê dos exageros “apocalípticos” e “catastrofistas” do ecologismo anti-civilizatório.