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domingo, 19 de dezembro de 2010

Cancún fracassa, mas a "religião" ambientalista não arreda

Para dissimular o fracasso da utopia ‒ e manté-la viva enquanto dure ‒ os organizadores da 16ª Sessão da Conferência das Partes (COP 16) para a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), em Cancún, México fizeram eufóricos anúncios.

domingo, 5 de dezembro de 2010

“Religião ambientalista”, circo bolivariano e benesses são destaques em Cancún ‒ COP16

Não pensar na realidade: alarmistas não desistem
 A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Face a Cancún (COP-16) prof. Molion desfaz mitos no "Canal Livre" da Band

O climatologista Luiz Carlos Molion foi entrevistado mais uma vez pelo “Canal Livre” da Band TV, no domingo 28 de novembro de 2010.

O professor Luiz Carlos Baldicero Molion dispensa apresentação. Formado em Física pela USP, com doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado na Inglaterra é a mais autorizada voz brasileira em climatologia.

Ex-diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Prof. Molion leciona atualmente na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió, onde também dirige o Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT). Ele é representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial.

Mais uma vez, o Prof. Molion respondeu com a clareza, sapiência, bom senso e destemor que o tornaram tão respeitado e renomeado.




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Conferência do Clima (COP-16) em Cancún: fiasco anunciado

Fiasco de Copenhague deixou "comunismo verde" sem rumo

A iminente Conferência do Clima (COP-16) em Cancún, México, sofre de esvaziamento absoluto. Nenhum chefe de Estado europeu vai comparecer.

Por sua parte, o presidente Obama está com as mãos amarradas após recente surra eleitoral. Seu projeto para o meio-ambiente também pesou, e não pouco, nessa derrota.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Royal Society dá marcha ré sobre o aquecimento global antropogênico


A Royal Society de Londres principal instituição científica da Grã-Bretanha flexibilizou a sua posição sobre o aquecimento global causado pelo homem.

Em um documento publicado após uma rebelião de mais de 40 dos seus companheiros, o novo guia da Royal Society para a mudança climática, diz que não há a certeza propalada sobre o aumento da temperatura prognosticado pela Sociedade. Trata-se de uma atualização do documento Climate Change Summary of Science.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Prof. Harold Lewis: aquecimento global é a “maior e mais bem sucedida fraude pseudocientífica que eu já vi em minha longa vida de físico”

Harold Lewis, professor emérito de física da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, renunciou à Sociedade Americana de Física.

O número de títulos do catedrático é como que infindo. Seguem em inglês:

Harold Lewis is Emeritus Professor of Physics, University of California, Santa Barbara, former Chairman; Former member Defense Science Board, chairman of Technology panel; Chairman DSB study on Nuclear Winter; Former member Advisory Committee on Reactor Safeguards; Former member, President’s Nuclear Safety Oversight Committee; Chairman APS study on Nuclear Reactor Safety Chairman Risk Assessment Review Group; Co-founder and former Chairman of JASON; Former member USAF Scientific Advisory Board; Served in US Navy in WW II; books: Technological Risk (about, surprise, technological risk) and Why Flip a Coin (about decision making)

Eis o texto da carta feita pública pelo próprio professor Hal Lewis.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Passeio nos igarapés esvazia vaticínios catastrofistas

Veja vídeo
Passeio de lancha nos igarapés
perto de Manaus
Enquanto ONGs, o IPCC, Al Gore e Cameron profetizavam a desertificação da Amazônia e a Campanha da Fraternidade CNBB lançava confusos vaticínios sobre a água doce que estaria ficando escassa no Brasil e no mundo, amigos meus foram ver os igarapés na região de Manaus.

Vejam a desertificação que encontraram!!!

domingo, 7 de novembro de 2010

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (4)

continuação do post anterior


A economia do ambientalismo

Uma vez rejeitadas as utopias, e entendido que, por exemplo, 10 milhões de pessoas que vivem numa cidade grande não podem exigir que o ar seja igual ao de uma aldeia de 50 pessoas, podemos então finalmente nos dedicar a resolver os verdadeiros problemas ambientais, utilizando para tal o único mecanismo realmente possível: propriedade privada e sistema de preços.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (3)

continuação do post anterior
Aquecimento global

No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin. Na época, os ambientalistas estavam alarmados com um iminente resfriamento global. O mundo viveria uma nova era do gelo caso os governos não tomassem providências imediatas.

domingo, 24 de outubro de 2010

Falso restaurante canibal brasileiro: amostra de ofensiva propaganda vegetariana

A montagem de "Flimé" teve perverso efeito internacional
A Sociedade Alemã de Vegetarianos ‒ VEBU fez grosseira montagem publicitária anunciando a abertura do restaurante “Flimé”, que seria o primeiro canibal de Berlim, propriedade de um brasileiro que responderia pelo nome de Eduardo Amado.

No anúncio oferecia pratos feitos com carne humana. Para maior injúria, a VEBU dizia usar a culinária de uma ignota tribo “Wari” do Brasil.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ambientalismo proibe DDT e percevejos invadem capitais americanas

O emblemático arranha-céu Empire State Building de Nova York foi invadido pelos percevejos, noticiou “El Mundo” de Madri.

Os turistas que visitavam o prédio usavam termos como “repugnante” e “nojento”.

Esses insetos que sugam o sangue também invadiram outros arranha-céus da capital financeira americana, como o Time Warner Center ‒ sede da CNN ‒ empresas, e lojas como Hollister e Nike, cinemas e teatros, e a sede da promotoria federal de Brooklyn.

O cinema AMC Empire 25 em Times Square foi fechado para fumigação.

Julga-se que um terço desses prédios e um 10% das casas particulares padeça da praga.

800.000 novaiorquinos estariam dormindo com percevejos nos seus lençóis.

A radio pública NPR informou de brotes análogos da praga em San Francisco e desde Ohio até Texas.

Para o correspondente do “Telegraph” de Londres trata-se de uma “infestação épica” que atinge lojas e prédios de luxo.

E os nova-iorquinos sentem-se tratados como doentes perigosos. “Você é como um leproso” disse ter ouvido um residente de Brooklyn.

Os percevejos estavam virtualmente extintos até que campanha de cunho ambientalista conseguiu banir o único inseticida eficaz contra eles: o DDT e derivados.

Agora, os EUA estão pagando as conseqüências dessa exigência inprudente de fundo ideológico.


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domingo, 17 de outubro de 2010

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (2)

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Os nazistas foram pioneiros

Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje - graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis (Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas) - sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.

Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos conservacionistas. Eles implantaram uma série de leis com o objetivo de proteger “a natureza e seus animais”, especialmente as plantas e os animais “ameaçados”.

Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring ameaçou “deportar para um campo de concentração” qualquer um que se atrevesse a desobedecer à lei. Ele encarcerou um pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo - que seria utilizado como isca - quando o batráquio ainda estava vivo. A revista alemã de humor Simplissimus publicou um desenho no qual um pelotão de sapos fazia a saudação nazista para Göring.

Como crentes da “medicina orgânica”, os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos alimentos significavam sua “alienação da natureza”.

Eles odiavam até mesmo o pão branco. “Em 1935, o Führer da Saúde, Gerhard Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado”, diz Proctor. Denunciando o pão branco como sendo um “produto químico”, Wagner fez relacionou a “questão do pão” a uma “ampla necessidade de retornarmos a uma dieta com menos carne e gordura, mais frutas e vegetais, e mais pão integral”.

Em 1935, Wagner criou o Comitê do Pão Integral do Reich, cujo objetivo era pressionar as padarias a não mais produzirem pão branco; e Goebbels criou cartazes propagandísticos relacionando o arianismo ao pão integral. Em 1935, apenas 1% das padarias alemãs vendia alimentos naturais. Já em 1943, esse percentual era de 23%.

Os nazistas também eram rigorosamente anti-pesticidas, sendo que o médico pessoal de Hitler, Theodore Morell, declarou que o DDT (DicloroDifenilTricloroetano) era “inútil e perigoso”. Ele proibiu sua comercialização.

Os nazistas financiaram várias pesquisas sobre os perigos ambientais da radiação de fundo (radiação fraca existente em todo planeta terra), do chumbo, do asbesto e do mercúrio. Fizeram campanha contra os corantes alimentares e os conservantes, e exigiram mais uso de “farmacêuticos orgânicos, cosméticos orgânicos, fertilizantes orgânicos e alimentos orgânicos”. Os jornais do governo apontavam a carne vermelha e os conservantes químicos como os culpados pelo câncer.

Bebidas alcoólicas eram diligentemente desestimuladas, e havia severas penalidades para quem fosse pego dirigindo embriagado. A polícia, pela primeira vez, ganhou poderes para fazer testes sanguíneos obrigatórios para conferir o nível de álcool no sangue das pessoas.

Hitler, um vegetariano fanático e entusiasta dos alimentos naturais, era também um abstêmio. Heinrich Himmler compartilhava do ódio de Hitler por álcool, e ordenou que a SS promovesse a produção de sucos de frutas e água mineral como substitutos.

Entretanto, o principal ódio de Hitler era dirigido ao cigarro, e ele não tolerava que absolutamente ninguém fumasse em sua presença. Quando o estado da Saxônia criou o Instituto para a Luta contra o Tabaco na Universidade de Jena em 1942, ele doou 100.000 RM (Reichsmark) de seu próprio dinheiro. Ele também proibiu o fumo nos trens e ônibus das cidades.

Os nazistas acreditavam apenas em parto natural, obstetrícia e amamentação, e as mulheres que amamentassem seus filhos, ao invés de utilizarem “fórmulas artificiais”, recebiam subsídios do estado. Já em meados da década de 1930, os nazistas haviam proibido partos assistidos por médicos. Apenas parteiras podiam realizar o serviço.

Os nazistas também promoviam a fitoterapia, e as fazendas da SS em Dachau foram rotuladas como “o maior instituto de pesquisa de plantas medicinais da Europa”.

Não é de se estranhar que nossos eco-esquerdistas possuam aquele brilho faiscante em seus olhos. De agora em diante, vou checar se eles usam braçadeiras também.

A questão do lixo

Se reciclagem fizesse sentido — economicamente, e não como um sacramento para a adoração de Gaia —, estaríamos sendo pagos para tal.

Quando visto sob a devida perspectiva, os problemas que enfrentamos hoje em relação ao lixo não são piores do que foram no passado. O lixo sempre foi um problema durante toda a história humana. A única diferença é que, hoje, temos métodos seguros para lidar com ele — caso os ambientalistas nos permitam.

Dizem, por exemplo, que devemos separar jornais para a reciclagem. E a ideia de fato parece fazer sentido. Afinal, jornais velhos (isto é, com mais de meia hora de impressão) podem ser transformados em caixas, folhas de fibra, revestimento de parede e material isolante. O problema é que o mercado está inundado de papel de jornal, graças também aos programas e às propagandas governamentais.

Um caso clássico ocorreu em Nova Jersey, no início da década de 1990. Por causa do excesso de oferta, o preço dos jornais usados, que estava em US$ 40 a tonelada, despencou para menos US$ 25 a tonelada. Ou seja: antes, os empreendedores do lixo estavam dispostos a pagar ($40) por jornal velho. Depois, eles passaram a cobrar ($25) para levar o entulho.

Se for economicamente eficiente reciclar — e jamais poderemos saber ao certo enquanto o governo estiver envolvido —, então o lixo inevitavelmente terá um preço de mercado. É apenas por meio de um livre sistema de preços, como Ludwig von Mises demonstrou há 90 anos, que podemos saber ao certo o valor de bens e serviços.

O homem das cavernas tinha problemas com o lixo, e o mesmo problema acometerá nossos descendentes. E tal ciclo perpetuar-se-á enquanto a civilização humana existir. E o governo não possui a solução para o problema. Um sistema estatizado de coleta de lixo é inerentemente ineficiente, como podemos comprovar diariamente. O lixo pode até ser coletado, mas sua destinação certamente não será a mais “ambientalmente saudável”. Um sistema socialista de coleta de lixo funciona exatamente como a economia da Coreia do Norte.

Apenas o livre mercado pode solucionar o problema do lixo, e isso significa abolir não apenas o sistema socialista de gerência do lixo, mas também aquele sistema corporativista (fascista) relativamente mais eficiente que várias prefeituras costumam adotar, no qual uma empresa com boas conexões políticas vence a licitação.

A solução é privatizar e desregulamentar tudo, desde a coleta até os aterros sanitários. Dessa forma, cada um pagará a fatia apropriada dos custos. Alguns tipos de lixo serão levados mediante uma taxa, outros serão levados de graça e vários outros poderão inclusive ser vendidos para os coletores. A reciclagem seria baseada no cálculo econômico, e não no decreto governamental.

Coleta e manuseio de lixo é um serviço como qualquer outro. Se é verdade que todo mundo quer ter seu lixo removido e tratado, então há uma demanda de mercado para tal serviço. Há dinheiro a ser feito nessa área. Caso não houvesse tal interesse, não haveria tantos “coletores ilegais” como vemos hoje. Com efeito, a única coisa que impede a concorrência no mercado do lixo é exatamente o fato de o estado ter tornado tal atividade ilegal.

Se o mercado estivesse no comando, a produção excessiva de lixo não seria vista como um problema — como vê o governo —, mas como uma oportunidade. Empreendedores estariam se atropelando para satisfazer a demanda por coleta, assim como acontece em todos os outros setores que são controlados pelo mercado. Será que os fabricantes de sapatos veem um aumento na demanda por calçados como um problema? As redes de fast food veem os glutões como uma terrível ameaça? Pelo contrário, esses são encarados como oportunidades de lucros. Da mesmo forma, é muito provável até que o sistema de coleta fosse feito da maneira mais confortável possível para nós, os clientes.

A escolha é sempre a mesma: ou se coloca os consumidores no comando, dando espaço para a propriedade privada e para o livre sistema de preços, ou cria-se um fiasco por meio da gerência governamental. Sob esse sistema de livre concorrência, até eu vou começar a separar meu lixo.

FIM

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Crueldade impensável em propaganda anti-CO2 revela fundamentos do alarmismo

Na aparência uma campanha ingênua sem 'arrière-fond'
A “Campanha global 10:10” visa cortar em 10% a emissão mundial de CO2 por ano a partir de 2010. No seu site, ela alega ter o apoio de 94.835 pessoas, de 2.235 ONGs e organismos oficiais, além de 3.591 empresas (em quinta-feira, 7 de outubro de 2010, 19:30:15).

Nesse intuito “10:10” publicou um vídeo de propaganda esmeradamente elaborado e por certo custoso. O vídeo que não recomendamos às pessoas sensíveis e desaconselhamos vivamente para minores de idade, é de uma crueldade inimaginável.

Numa primeira cena, uma professora primária ou secundária da Grã-Bretanha convida os alunos a participarem da campanha “10:10”.

No fim pede às crianças que concordam levantarem a mão. A maioria aprova.

Depois pede aos meninos que não concordam de levantarem a mão também. São uns poucos.

A professora acrescenta que é o direito de eles e, enquanto bate o campainha, com toda naturalidade acrescenta que ainda esqueceu uma coisinha muito simples.

Ela puxa um botão e faz explodir as crianças que discordaram. O sangue e os pedaços de carne salpicam todas as crianças traumatizadas.

Mas, a professora sorrindo e limpando os salpicos de sangue das vítimas do próprio rosto, lembra as crianças o tema de próxima aula.

Uma propaganda primária anti-Stalin poderia figurar assim o ditador exterminando de uma canetada toda uma leva de "burgueses".

Cena semelhante acontece numa empresa, onde o diretor faz a mesma consulta, aperta o mesmo botão e transforma os empregados dissidentes numa massa amorfa de carne humana e sangue que emporcalha os demais.

Terceira cena: um grupo de esportistas amadores conversa sobre o tema da campanha para reduzir o CO2 com seu ‘personal trainer’. Este último diz não acreditar e repete-se o cínico crime: um esportista ‒ aliás, o mais manso ‒ aperta o botão e desfaz o “cético”.

Quarta cena, num estúdio de gravação, o técnico desintegra uma moça que não se interessa pela campanha para "salvar o planeta" e os pedaços de carne humana escorrem pela tela.

O curta conclui com os já clássicos slogans contra o CO2 e convites a aderir à “Campanha 10:10”.

O horror suscitado por tão perverso vídeo levou os autores a retirá-lo de circulação, mas ele está disponível em YouTube.

Porém, o mais estarrecedor estava por vir.

Eugenie Harvey hello@1010uk.org, diretora da “Campanha 10:10” na Grã-Bretanha publicou no próprio site da campanha um pedido de desculpas revelador de uma mentalidade anti-humana que anima o ecologismo radical. Dir-se-ia que esse tipo de mentalidades insensíveis à dor alheia e à morte, que a provocam com um frio sorriso na boca, ficou extinta depois dos horrores da II Guerra Mundial, dos lagers e campos de concentração socialistas, nacional-socialistas e comunistas.

Eugenie Harvey, responsável pela Campanha 10:10
Para Eugenie, tratou-se de um “erro” (“mistake”) pois o curta pareceu “bem humorado” (“humorous”) aos ativistas da campanha que o viram antes da divulgação pública.

“A equipe 10:10 é jovem é criativa” graceja ela a modo de explicação. “Vamos investigar o que aconteceu, revisar nossos processos e procedimentos”, acrescenta, lembrando as promessas já ouvidas no pós-Climagate.

O fato é que um curta de uma inumanidade ovante deveria ter sido desclassificado imediatamente e com indignação por ativistas que se apresentam como hiper-seníveis ao bem da humanidade.

O vídeo envolve crianças em idade escolar e abala qualquer ser humano provido de um mínimo de compaixão pelos outros.

O riso insensível dos “exterminadores” e o modo impávido com que num procedimento apresentado como mero gesto técnico-burocrático desfazem sadicamente os dissidentes evocam as piores massacres documentadas, por exemplo, no “Livro Negro do Comunismo”.

Ao mesmo tempo, o cinismo com que os “exterminadores” reconhecem aos dissidentes o direito democrático de expressar uma opinião diferente no instante que vão desfazê-los com o “botão” é um dos maiores achincalhes dos fundamentos de uma sociedade, e sobre tudo, democrática.

Nenhum “cético” ou “realista” fora dos gonzos teria concebido um vídeo tão perverso, porque não cabe nos limites normais da maldade humana, tal vez só no mais deplorável noticiário sobre crimes numa prisão moderna.

Por trás do ar de brincadeira, um inimaginado potencial de crueldade

A diretora da “Campanha 10:10” lamenta que a cobertura da mídia “não foi o tipo de publicidade que nós queríamos para a causa de salvar o clima”.

Excede os limites da inteligência humana entender o efeito publicitário "positivo" para a "salvação do clima" que possa se imaginar obter com vídeos do gênero.

O fato, entretanto, confirma a contrario sensu as denúncias feitas por diversos estudiosos e até ex-membros de grandes ONGs verdes.

Segundo eles, nós estamos diante de uma ofensiva tocada por ex-militantes dos mais radicais do falido comunismo dispostos a qualquer crime para obter seu maior objetivo. Quer dizer, a instalação de uma ditadura onímoda, cruel e universal, como tentou ser a falida experiência soviética.

Na página principal de nosso blog pode se ler alguns desses depoimentos.

No fim, a diretora da “Campanha 10:10” pede desculpas por não ter respondido antes aos e-mails consternados recebidos, porque está cuidando de um bebê. Uma gota de humanidade que serve para edulcorar o tsunami de crueldade anti-humana fria e pensada do vídeo que visa “cortar a emissão de CO2” para o bem da humanidade!

Video: “Campanha 10:10”
Vivamente desaconselhado para pessoas sensíveis ou minores pela crueldade das cenas



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domingo, 3 de outubro de 2010

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (1)

Lew Rockwell
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Há meses recebemos importante ensaio vertido ao português de autoria de Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, e editor do website LewRockwell.com, autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.

O artigo foi publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil. A tradução é de Leandro Augusto Gomes Roque. Os sublinhados são nossos.

A extensão desse trabalho dificultou a publicação no nosso blog. Mas neste período em que os pregadores do alarmismo quebram a cabeça para achar novos pretextos e seus políticos protetores, ameaçados pela vontade popular em diversas eleições, silenciam seus planos ambientalistas, há um tempo para difundirmos este valioso ensaio.




As raízes anti-humanas do movimento ambientalista

Por Lew Rockwell

Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.

O novo socialismo

Em todo o mundo, os marxistas estão se juntando ao movimento ambientalista. Algo que não é nada surpreendente, diga-se de passagem: o ambientalismo também é uma utopia coerciva - uma tão impossível de ser atingida quanto o socialismo e tão destrutiva quanto, em seu processo de implementação.

Um século atrás, o socialismo havia vencido. Embora Marx já estivesse morto e Lênin ainda fosse apenas um escrevinhador frustrado, a doutrina de ambos era a vitoriosa simplesmente porque ela controlava algo mais importante do que governos: ela detinha o monopólio das virtudes morais.

O socialismo representava, diziam eles, a fraternidade dos homens na forma econômica. Essa era a maneira mais aveludado de levar as pessoas para o gulag.


Atualmente estamos enfrentando uma ideologia tão impiedosa, cruel e messiânica quanto o marxismo. E assim como o socialismo de cem anos atrás, a atual ideologia também é detentora de todas as virtudes morais. Não se trata de uma fraternidade dos homens, já que vivemos em tempos pós-cristianismo; trata-se da fraternidade dos bichos e das árvores. Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença básica entre ambos: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos; já o ambientalismo é saudoso do ímpio, desabitado e tedioso Jardim do Éden.

Se essas pessoas fossem apenas cultistas excêntricos, do tipo que compram acres e acres de matas inóspitas para lá viverem como primitivos, não estaríamos ameaçados. O problema é que eles querem utilizar o estado, e até mesmo um estado mundial, para atingir seus objetivos e nos obrigar a viver exatamente o estilo de vida que cultuam.

Como Marx e Lênin, eles são herdeiros de Jean Jacques Rousseau. Os cantos de glória proferidos por Rousseau ao estatismo, ao igualitarismo e à democracia totalitária moldaram a esquerda por mais de 200 anos. Tendo sido um idólatra da natureza e exaltador do primitivo, ele foi também o pai do ambientalismo.

Durante o Reino do Terror, os rousseaunianos constituíram aquilo que Isabel Paterson chamou de “humanitários com guilhotinas”. Hoje estamos lidando com coisa pior: arvoritários com pistolas.

A religião antiga

Os antigos pagãos viam deuses na natureza selvagem, nos animais e no estado. O ambientalismo moderno compartilha dessa crença, e acrescenta ‒ cortesia daquela influência que mistura elementos hindus, californianos e da Nova Era ‒ um ódio à humanidade e às religiões ocidentais que colocam o homem como o centro da criação.

O ambientalismo também possui raízes no deísmo - o ateísmo prático do Iluminismo -, o qual negava a Encarnação e pregava venerações à natureza.

Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc
foto Antonio Cruz-ABr
A ordem natural é superior à humanidade, escreveu o ecologista John Muir há mais de um século, pois a Natureza “nunca perde sua grandeza e nunca se deprava”, e o homem é sempre e em todo lugar uma “influência maligna e destruidora”.

Portanto, concluiu o odiento Muir, jacarés e outros predadores deveriam ser “abençoados hoje e sempre com suas bocas chias de homens gritando aterrorizados enquanto são saboreados como uma iguaria fina”.

O cristianismo, acrescenta o ecologista Lynn White, Jr., “carrega o imenso fardo da culpa” de violar a natureza. O cristianismo trouxe todos os malefícios ao mundo ao dar a luz ao capitalismo e à Revolução Industrial.

Já que devemos pensar na natureza como sendo Deus, diz William McKibben, autor do best-seller End of Nature, todos os “fenômenos feitos pelo homem” são diabólicos. Devemos manter a terra como “a Natureza concebeu”.

Para punir a profanação do homem, o ecologista Edward Abbey, em seu influente livro The Monkey-Wrench Gang (A Gangue da Chave-Inglesa), exortou que atos terroristas anti-humanos fossem empreendidos em larga escala. E o grupo de maior crescimento no combate pela libertação da terra da opressão humana, o EarthFirst!, utiliza uma chave-inglesa como símbolo.

Fundada por David Foreman, antigo lobista-chefe da Wilderness Society, o EarthFirst! é um movimento ecoterrorista que pratica a “ecodefesa” e a “ecotagem” (mistura de 'ecologia' com 'sabotagem'), cujos atos vão desde a colocação estratégica de ferrões em árvores (que mutilam os madeireiros), passando pelo vandalismo dos maquinários utilizados para construir estradas até a destruição de pistas de pouso rurais.

Um de seus objetivos proclamados é reduzir a população mundial em módicos 90% - e o grupo já chegou a aclamar a AIDS como sendo de valioso auxílio para seus objetivos.

Em 1990, Foreman ficou preso durante alguns meses após ter tentado explodir torres de transmissão de alta tensão (utilizando, tenho certeza, explosivos ambientalmente saudáveis). Porém, seu exemplo é poderoso, mesmo entre os supostos não-radicais.

Um dos principais ambientalistas da década de 1990, David Brower - fundador de várias organizações ambientais, como o Sierra Club e o Friends of the Earth (ambas ativas até hoje) - defendia que ruralistas fossem baleados com armas de tranquilizante. “O sofrimento humano é muito menos importante do que o sofrimento do planeta”.

Embora a dizimação da humanidade seja um processo longo e demorado, qualquer ato nessa direção ajuda - e muito. É possível fazer algo benéfico para a terra como seu último ato de vida. Como observou o Washington Times, uma edição do jornal do EarthFirst! conclamava todos os doentes terminais a fazerem algo de bom para o planeta. “Você está terminalmente doente? Alguma doença debilitante?”, perguntava o jornal. “Então não morra se lamuriando; morra detonando! Pratique uma missão eco-kamikaze”.

As possibilidades para os doentes terminais são ilimitadas. Represas estão implorando para ser esfrangalhadas, assim como também as indústrias poluidoras, as matrizes das grandes corporações petrolíferas, as lojas e armazéns de casacos de pele, as fábricas de papel...

Para aqueles com impulsos suicidas, essa pode ser a solução para seus sonhos... Não pule de uma ponte, exploda uma ponte. Quem disse que dessa vida nada se leva?

A natureza sem ilusões

Ron James, um líder verde inglês, disse que o nível adequado de desenvolvimento econômico é aquele que ocorreu “entre a queda do Império Romano e a ascensão de Carlos Magno”.

“A única maneira de vivermos em harmonia com a Natureza é vivendo em um nível de subsistência”, como fazem os animais.

Durante a maior parte da história, a atitude normal dos humanos em relação à natureza foi bem expressa pelos peregrinos, que temiam a “horrenda, desoladora e imensa vastidão da natureza, repleta de bestas e homens selvagens”. Apenas uma sociedade livre, que conseguiu domar a natureza ao longo de várias gerações, nos permite ter uma visão diferente da dos peregrinos.

“Para nós que vivemos sob um céu temperado e na era de Henry Ford”, escreveu Aldous Huxley, “a adoração da Natureza vem de maneira absolutamente natural”. Porém, a natureza é “um inimigo contra quem sempre se está em guerra, um inimigo invencível, indomado, indomável, inconquistável e incessantemente ativo” - “há que se respeitá-lo, talvez; deve-se ter um temor salutar em relação a ele; e deve-se sempre dar continuidade à luta interminável”.

Acrescentou Albert J. Nock: “Vejo a natureza apenas como um inimigo: um inimigo altamente respeitável, mas um inimigo”.

Poucos de nós poderíamos sobreviver na vasta imensidão selvagem e desconhecida de uma floresta por muito tempo. A natureza não é amigável ao homem. Nunca foi. Por isso ela deve ser domada.

No início da década de 1990, visitei uma área de exploração e corte de madeira na região norte de Califórnia. Não encontrei ambientalistas por lá. Como comprovam os estudos do próprio Sierra Club, ambientalistas são tipos de classe alta, gente chique que mora em regiões como Manhattan e Malibu, rodeadas de todos os confortos que apenas o capitalismo pode dar. Ambientalistas não moram no meio de árvores e madeiras. Quem mora, não tem nenhuma ilusão quanto à bondade da deusa Gaia.

Madeireiros bem sabem que a própria existência da humanidade depende da subjugação da natureza, a qual deve ser constantemente domesticada e adaptada aos nossos conformes. Se algum dia pararmos de fazer isso, as selvas irão reivindicar e retomar nossas cidades.

Esses madeireiros, que formavam um conjunto de 30.000 famílias trabalhadoras, foram dizimados pelas regulamentações governamentais implantadas naquela época, regulamentações essas que proibiam a exploração e o corte de madeiras em milhões de acres apenas para que 1.500 corujas-pintadas não fossem perturbadas, para que elas pudessem continuar vivendo o mesmo estilo de vida com o qual haviam se acostumado.

E se você acha que acabar com a vida de 30.000 famílias em troca da tranquilidade de 1.500 corujas (uma razão de 20 famílias humanas por coruja) é algo um tanto excessivo, isso apenas mostra o quão inculto e não ambientalmente esclarecido você é.

(Nota: se as corujas-pintadas de fato estivessem “em perigo” e os ambientalistas realmente quisessem salvá-las, então eles poderiam simplesmente comprar algumas terras para criar seus próprios santuários. Porém, utilizar dinheiro próprio é algo que, de alguma forma, nunca teve apelo entre essa gente.)


domingo, 26 de setembro de 2010

A depressão alarmista e a “virada de Lomborg”

A Torre Eiffel sob as águas ou no deserto: vale tudo
Há uma depressão palpável e crescente na “religião” catastrofista. Nesses ambientes procura-se algum slogan ‒ ou “verdade revelada” ‒ que possa servir para os mesmos efeitos que o “aquecimento global” desprestigiado demais.

É o problema dos slogans: no início causam furor, depois saturam e viram biscoito lambido.

E a “religião” ambientalista tem muito de fanatismo: precisa logo encontrar substituto para atingir logo seu objetivo extremado.

Grande esforço intelectual desenvolve-se nestes momentos nos cenáculos da religiosidade apocalíptica e pouco veladamente socialista.

Novas fórmulas estão sendo discutidas. Outras são velhas, mas suscetíveis de manipulação. Pouco importa se a religião socialista é bem servida.

“Extreme weather” (vantagem: foge da questão do “aquecimento global”; desvantagem: o que serve para tudo não serve para nada em especial)

“Global climate disruption” (algo assim como “perturbação climática global”. John Holdren, czar de Obama para a Ciência, inclina-se por esta opção. É genérica como a anterior, serve para tudo, mas acrescenta o espantalho da “perturbação” e pode fazer efeito nas pessoas menos informadas.

Até agora não foi lançada uma bem “convincente”, leia-se bem enganosa.

A reunião do México parece fadada a esterilidade como Copenhague. A UE já anunciou que não fará nem proporá nada, estando muito mais preocupada pela reforma dos sistemas previdenciários estatistas falidos. E Obama anda com mais do que as barbas de molho na perspectiva de uma histórica surra eleitoral.

Enquanto o slogan salvador não aparece, os pregadores do catastrofismo empenham-se em “faire flèche de tout bois” (utilizar qualquer meio até o menos idôneo) segundo a expressão francesa, para preencher o vazio.

Bjorn Lomborg
Uma recente entrevista de Bjorn Lomborg ajudou para isso.

Lomborg autor do best seller O Ambientalista Cético, mais recentemente publicou “How to Spend $50 Billion to Make the World a Better Place” e agora disse ao The Guardian de Londres que vai lutar contra o “aquecimento climático”.

Certa mídia comemorou noticiando que “líder dos céticos do clima muda de idéia” (Folha de S.Paulo 01-09-2010). Aliás, na entrevista, o próprio Lomborg insistiu que não tinha mudado de idéia.

Entretanto, Marcelo Leite , colunista dessa Folha julga que “Lomborg não dá ponto sem nó. Se para vender um novo livro ele precisar dar a impressão de que virou casaca, ele o fará, ainda que negando que o tenha feito”. “A coletânea que ele organizou poderia chamar-se ‘O Ambientalista Midiático’.

“Na realidade, Lomborg não mudou de posição. Seu negócio continua sendo alvejar o processo de negociação internacional que levou ao Protocolo de Kyoto. Primeiro, semeou um monte de dúvidas sobre a gravidade do aquecimento global antropogénico. Depois, defendeu que havia coisas mais urgentes e fáceis de resolver no mundo, como Aids. Agora, duvida que cortar emissões de carbono seja a melhor opção para combater o problema.

“Para dar uma idéia do conteúdo do livro, eis aqui alguns parágrafos seletos traduzidos da introdução e das conclusões disponíveis na página da Amazom.com:

________________________________________

• Seria moralmente indefensável despender enormes quantidades de dinheiro para obter pequeno efeito sobre o aquecimento global de longo prazo e o bem-estar humano, se pudermos alcançar muito mais impacto sobre o clima ‒ e deixar as gerações futuras em situação melhor ‒ com um investimento menor em soluções mais espertas.

• Deveriam os políticos prosseguir com planos para fazer promessas de cortes de carbono que, baseadas em experiência anterior, são de cumprimento improvável?

• É claro que, onde for possível fazer reduções relativamente baratas nas emissões de carbono por meio de uso mais eficiente de energia, se trata de algo perfeitamente racional. No entanto, Tol mostrou de forma contundente no capítulo 2 que mesmo um imposto de carbono global altamente eficiente, voltado para o cumprimento da meta ambiciosa de manter o aumento de temperatura abaixo de 2°C, reduziria o PIB mundial anual de maneira impressionante ‒ cerca de 12,9%, ou 40 trilhões de dólares, em 2100. O custo total seria cerca de 50 vezes o do dano evitado ao clima. E, se os políticos escolherem políticas de cotas e comercialização (cap-and-trade) menos eficientes e coordenadas, o custo pode disparar para 10 a 100 vezes adicionais.

• É uma lástima que tantos formuladores de políticas e militantes tenham se fixado no corte de carbono de curto prazo como resposta principal ao aquecimento global. É penoso ler a pesquisa neste volume e perceber que existem alternativas adequadas e eficientes. 

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domingo, 19 de setembro de 2010

Transparência no IPCC: condição imprescindível

 Para o repórter da Folha Marcelo Leite, o relatório do Conselho Inter-Academias sobre os procedimentos do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima), embora pareça brando com o IPCC, não é.

“No fundo ‒ ou melhor, nas entrelinhas ‒ podem-se entrever alguns recados não verbalizados. O mais importante é que o indiano Rajendra Pachauri deveria deixar a presidência do painel.”

E acrescenta:

“em meio a uma guerra de comunicação sobre um erro crasso no Quarto Relatório de Avaliação (AR4, de 2007), Pachauri comportou-se com arrogância, pondo em risco a credibilidade amealhada pelo IPCC ao longo de duas décadas. Tratava-se da previsão do AR4 de que as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer até 2035, uma bobagem isolada e irrelevante para abalar a conclusão de que o aquecimento global é inequívoco e parte dele é provocado pelo homem ("antropogênico", no jargão da mudança do clima).

“O indiano demorou a responder e não reconheceu de imediato o erro, nem se desculpou logo por ele. Agora tem de aturar a dissecação do episódio pelo comitê. Dois de 12 revisores do trecho haviam apontado inconsistências e falhas de referência (a fonte era uma relatório da ONG ambiental WWF, e não um trabalho científico convencional), mas foram ignorados por autores e editores do relatório.”

A proposta da auditoria das academias, segundo Leite, “constitui uma indireta para Pachauri pegar o boné.”

“A auditoria também propõe mais critério e transparência na escolha dos especialistas que contribuem na elaboração dos relatórios e da literatura que será considerada”.

“’Transparência’ é uma palavra bonita, mas precisa ser traduzida em termos práticos”, escreve o jornalista. Ele sugere uma maior abertura explorando as facilidades da Internet.

“Só especialistas credenciados, proponho, teriam meios de fazer contribuições diretas ao texto do relatório, ao longo das revisões sucessivas, mas precisariam pôr suas minutas e seus argumentos sob os olhos de todos, não só dos colegas de IPCC. O próprio credenciamento teria de ser feito assim, de forma aberta. Os "termocéticos" (negacionistas do aquecimento global antropogênico) e jornalistas investigativos encontrariam aí material farto para vigiar de perto os trabalhos e denunciar a tempo, na esfera pública, as falhas que encontrarem”.



“Sem uma alteração radical como essa nos procedimentos, com ou sem Pachauri, o painel permanecerá sob o risco de ser incluído no dito atribuído a Otto von Bismarck (1815-1898): leis e relatórios do IPCC são como salsichas ‒ é melhor não saber como são feitos.”

A proposta é de bom senso. Tal vez por isso corre o risco de não ser ouvida.

De fato, o IPCC sob a direção de seu atual diretor funcionou como uma caixa de ressonância para uma ideologia ‒ ou uma “religião” ‒ de fundo socialista com objetivos planetários.

A transparência nos procedimentos do IPCC, como proposta por Marcelo Leite, pode trazer uma garantia de segurança indispensável para o bem da humanidade. Isto é, impedir manipulações ideológicas.

É claro que a proposta poderá ser tida como muito danosa para os apóstolos do dirigismo planetário radical, ou pós-comunista que não gostarão vê-la aplicada.

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domingo, 12 de setembro de 2010

Seqüestro para “salvar o planeta” acaba mal

Polícia interveio na sede de Discovery Channel, Silver Spring
A tomada de reféns no prédio do Discovery Channel, em Silver Spring, Maryland, lamentavelmente concluído com a morte do seqüestrador em confronto com a polícia suscitou mais preocupações em Washington.

James L. Lee, o seqüestrador, agiu como uma pessoa perturbada pela pregação do extremismo ambientalista. Ele acreditava que aterrorizando os funcionários da conhecida TV ele impulsionaria a “mudança” e, em última instancia, “salvaria o planeta”, observou editorial do “The Washington Times”.

Após manifestar com cartazes caseiros diante da sede da TV em Silver Spring, Lee invadiu o local fortemente armado e carregando pacotes que dizia serem explosivos. Após horas de frustradas conversações, o eco-terrorista morreu em tiroteio com a polícia.

Lee mostrava-se muito influenciado pelo exageros e deformações do livro e filme de Al Gore “Uma verdade inconveniente”. Numa página de grande primarismo na Internet Lee culpava a humanidade pela ameaça que pairaria sobre a salvação planetária.

Em conseqüência, seu fraco juízo concluía ser indispensável reduzir o número dos seres humanos. Na realidade, ele só repetia slogans do ecologismo radical anti-natalistas e anti-vida bem conhecidos.

James Lee protestando em 2008 diante do Discovery Channel Building
Na sua conceição, tal vez debilitada pela doença, Lee via no Discovery Channel um inimigo do globo pelo “crime” de “glorificação da civilização e sua maquinaria”.

“Todos os programas no Discovery Health-TLC devem parar de estimular a nascença de qualquer criança humana parasitária e o falso heroísmo que se esconde por trás dessas ações”, argüia Lee no remedo de manifesto que ele postou no seu site (http://savetheplanetprotest.com/ , ainda ativo em: domingo, 12 de setembro de 2010, 11:44:25).

Idéias não menos obtusas e radicais que as de Lee são defendidas por ambientalistas que pregam o retorno a uma “natureza” onde o homem levaria uma existência submissa às exigências de qualquer espécie animal.

Exageros causam efeitos indesejáveis. (The Day After Tomorrow)
Nesse sentido, o "Washington Times" observou que os proprietários da Califórnia podem ser proibidos de proteger suas casas dos incêndios florestais. Ativistas “verdes” alegam que agindo assim os cidadãos ameaçariam o habitat de um rato ‒ o “Stephen's kangaroo rat” (Dipodomys stephensi) ‒ e violariam a lei federal que protege as espécies em risco de extinção.

Antes de atentar contra a vida dos funcionários da TV de Silver Spring, Lee mostrou-se profundamente afetado pelas teorias de Malthus e Darwin. Essas teorias hoje orientam movimentos que limitam o valor e o lugar da vida humana no planeta, como o abortista Planned Parenthood, observou o “Washington Times”.

Produções de Hollywood como “The Day After Tomorrow” espraiam essas idéias errôneas de modo altamente sugestivo, montando catástrofes apocalípticas que viriam a acontecer pela expansão natural da população humana e de seu progresso, acresce o jornal.

E concluiu o “Washington Times”: “enquanto esse movimento (ambientalismo alarmista) continue apresentando a humanidade como uma parasita e um perigo, continuarão aparecendo mais Unabombers e pistoleiros de Silver Spring”.

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domingo, 5 de setembro de 2010

Vegetação consome quase 20 vezes o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis

Soja na Argentina
As plantas retiram dióxido de carbono (CO2) da atmosfera para a fotossíntese em proporções que desanimam a demagogia catastrofista.

Christian Beer, do Instituto Max Planck (Alemanha), e colegas afirmam que as plantas consomem cerca de 123 bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera por ano.

O estudo foi publicado online pela revista Science.

Para se ter uma ideia, segundo os cientistas a quantidade total de carbono injetada na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis é de cerca de 7 bilhões de toneladas por ano.

Emitem só um vigésimo do CO2 que a natureza consome
Isto equivale a dizer que, globalmente falando, o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis corresponde a apenas 5,74% do total desse gas consumido no mesmo período pela vegetação.

Em outros termos, a vegetação assimila um volume quase 20 vezes superior ao do CO2 produzido por combustíveis fósseis.

E ainda pretende-se que é o consumo humano que decide o futuro do clima da Terra.


Os pesquisadores destacaram o papel das florestas tropicais, responsáveis por 34% do total de absorção de CO2 da atmosfera.

As savanas absorbem 26% do total, embora ocupem uma superfície cerca de duas vezes maior que a das florestas tropicais.

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domingo, 29 de agosto de 2010

Só a má conduta científica é deplorável? E a manipulação ideológica?


Em recente editorial, a “Folha de S.Paulo” (24.8.2010), sob o título “Fraudes contra a ciência” apontou “dois casos rumorosos de má conduta que puseram em evidência a necessidade de vigiar de perto a pesquisa científica, em especial quando financiada com verbas públicas”.

“O mais recente envolve Marc Hauser, da Universidade Harvard (EUA), renomado pesquisador das origens da moral no homem e noutros primatas.

“A universidade concluiu, após três anos de investigação, que Hauser é culpado em oito casos de má conduta, dos quais não se conhecem os detalhes. A acusação abrange de deslizes menores a fraudes com dados”, acrescentou a editorial.

A irregularidade, infelizmente, acontece com relativa freqüência nas áreas do evolucionismo.

Sobre o segundo caso, a “Folha” diz: “O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) também se viu envolvido, no final de 2009, em acusações análogas. Erros localizados em um influente relatório de 2007 terminaram reconhecidos e corrigidos, mas só após intensa pressão.

“Bem mais graves eram as suspeitas levantadas por mensagens eletrônicas trocadas por climatologistas do IPCC, no chamado "climagate".

“Haveria ali, na correspondência furtada e vazada, indicações de que manipulavam dados e boicotavam estudos dos cientistas céticos quanto ao papel da atividade humana no aquecimento global. Três comitês independentes inocentaram os cientistas das acusações mais pesadas. As últimas conclusões são aguardadas para o final deste mês”.

A “Folha” cita que nos EUA, investigaram-se oficialmente 217 casos em 2009, e acrescenta:

“Seria ingênuo supor que fenômeno similar não esteja em curso no Brasil. Instituições de pesquisa já deram mostras de que relutam em investigar a fundo e de forma transparente os poucos casos que vêm à tona, como plágios detectados na maior delas, a USP.

“Agências estatais de fomento como CNPq, Capes e Fapesp (para citar as mais destacadas) deveriam tomar a frente e criar equipes para investigar, por amostragem, a qualidade dos dados e conclusões dos estudos que financiam”.

Estas oportunas observações, entretanto, omitem o mais grave e mais atual problema envolvido nas deformações do IPCC e de outros “catastrofistas”.

Falhas ou fraudes humanas, culpadas ou não, podem acontecer em qualquer época, como a fraude do homem de Piltdown, perpetrada pelo teólogo evolucionista Pe. Teilhard de Chardin SJ no início do século XX.

Mas, o mais grave na nossa época é a deturpação dos dados da ciência com finalidades ideológicas, visando impor a nível planetário um sistema universalmente fracassado: o socialismo.

Tendo falido a versão soviética, os mais atualizados adeptos do socialismo procuraram na linguagem “verde” um travestimento para sua ideologia anti-natural.

A manobra não teria futuro se não fosse a repercussão que esses ativistas obtiveram na imprensa.

Gostaríamos de ler nos mesmos jornais e portais uma crítica oportuna e prudente dessa manipulação.

Essa mesma prudência gostaríamos ver na apresentação do noticiário sobre as matérias científicas ‒ aliás, tão importantes ‒ que essa ideologia encapuzada ‒ socialista, comunista, ou anarquista ‒ envenena com sistemática freqüência.

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domingo, 22 de agosto de 2010

Erros do IPCC estão acima do imaginado, queixa-se a Holanda

A Agência Holandesa de Avaliação Ambiental reconheceu que o texto do relatório de 3 mil páginas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) tinha mais erros que o esperado.

A agência aceitou responsabilidade por um dos erros do IPCC, ao informar, em 2005, que 55% do território da Holanda se encontra abaixo do nível do mar, quando a proporção correta é 26%.

O relatório deveria ter dito que 55% está sujeito a inundações.

Mais algumas “ninharias” estatísticas do IPCC afetando um país inteiro.

Se fosse só uma, mas estão aparecendo em série.

E uma série que de momento não acabou.


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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Algumas ONGs ambientalistas mais ativas ‒e mais perigosas ‒ para o Brasil

Muito se fala das ONGs ambientalistas radicais, porém pouco se diz claramente sobre elas. Sem dúvida são muito numerosas, mas, o prof. Denis Lerrer Rosenfield, fez um elenco das mais ativas. E por isso mesmo mais perigosas para o Brasil

Apresentamos a seguir excertos de matérias por ele publicadas em grandes órgãos da mídia nacional:

WWF Brasil, ONG sediada nos EUA, tem fortes financiadores e apoiadores. Sua atuação no Brasil, além de militar contra a revisão do Código Florestal, situa-se na área de infraestrutura e agricultura. É contra a construção do Terminal Portuário de Morrinhos (MT), a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e a soja produzida no país.

O Greenpeace, ONG cada vez mais acusada de fraudes na Europa e de utilização dos recursos coletados para os seus dirigentes, é contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, os transgênicos, a pecuária na Amazônia, além de ser evidentemente contra a revisão do Código Florestal. Seus financiadores e apoiadores são expressivos.

Acampamento Terra Livre, Altamira, contra Belo Monte
O ISA (Instituto Socioambiental), ONG ambientalista e indigenista, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a construção de novas hidrelétricas, centrando seus ataques em Belo Monte. Seus apoiadores e financiadores se dizem defensores dos “povos da floresta”. Entre eles, além de empresas e fundações, temos governos estrangeiros.

O Centro de Apoio Socioambiental (Casa), por sua vez, segue a orientação da Teologia da Libertação, no sentido de promover no país as “nações indígenas”. Além de suas ações contrárias à revisão do Código Florestal, ele se posiciona contra a construção de hidrelétricas, em particular a de Belo Monte. Procura igualmente condicionar os financiamentos do BNDES às suas próprias condições, evidentemente apresentadas como de “preservação da natureza”. Seus apoiadores internacionais são importantes, misturando-se igrejas, empresas, ONGs e fundações.

MST
O Movimento dos Atingidos pelas Barragens (MAB), braço do MST, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a transposição do Rio São Francisco e a construção das hidrelétricas em geral. Centra suas ações nos projetos de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira, de Belo Monte, Riacho Seco e Pedra Branca, na Bahia, de Itapiranga, na divisa de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outras.

A Via CampesinaMST, por sua vez, atua também contra a revisão do Código Florestal, os transgênicos, o agronegócio, a cultura de cana-de-açúcar e produção de etanol, florestas de eucaliptos e a cultura da soja. Ademais, tem forte atuação junto aos movimentos indigenistas e quilombolas.

Conservation International tem vasta atuação internacional, estando presente no Peru, no Equador, na Selva Lacandona, México, centro operacional dos zapatistas. No Brasil, posicionase contra a revisão do Código Florestal, contra a agricultura em Minas Gerais e Bahia, através da ampliação em 150 mil hectares do Parque Nacional Grande Sertão Veredas. É contra a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e do traçado final da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Tem fortes apoiadores empresariais, fundações e governos estrangeiros.


Amigos da Terra, forte ONG internacional, tem, entre seus fundadores, Brice Lalonde, que foi ministro do Meio Ambiente de Mitterrand. Ele chegou a declarar que o Brasil deveria “renunciar a parcelas de sua soberania sobre a região amazônica”. Destaca-se, na Europa, por sua campanha contra o etanol brasileiro. A lista apresentada não é, evidentemente, exaustiva. Ela permite, porém, um olhar um pouco mais abrangente dos interesses em jogo. Todas lutam pela preservação da “reserva legal”, isentando-se de toda ação do mesmo tipo em seus países de origem.

Observe-se que a ONG Conservation International reaparece como parceira da WWF. Ora, essa mesma consultora é sócia-fundadora do Instituto Socioambiental ‒ ISA, ONG ambientalista e indigenista.

A atuação dessa ONG nacional está centrada na luta dita pelo meio ambiente e pelos “povos da floresta”. Advoga claramente pela constituição de “nações indígenas” no Brasil, defendendo para elas uma clara autonomia, etapa preliminar de sua independência posterior, nos termos da Declaração dos Povos Indígenas da ONU.

Dom Erwin Krautler, presidente do CIMI, Acampamento Terra Livre, Antonio Bonsorte
Ela, junto com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), possui o mais completo mapeamento dos povos indígenas do Brasil. Sua posição é evidentemente contrária à revisão do Código Florestal.

Dentre seus apoiadores e financiadores, destacam-se a Icco (Organização Intereclesiástica de Cooperação para o Desenvolvimento), a NCA (Ajuda da Igreja da Noruega), as Embaixadas da Noruega, Britânica, da Finlândia, do Canadá, a União Europeia, a Funai, a Natura e a Fundação Ford (dados foram extraídos de seu site).

O ISA compartilha as mesmas posições do Cimi, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do MST. 

Presidentes Lugo, Morales, Lula e Correa, Foro Social Mundial, Belém 2009
Ora, esses “movimentos sociais”, verdadeiras organizações políticas de esquerda radical, por sua vez, seguem os princípios da Teologia da Libertação, advogando pelo fim do agronegócio brasileiro e da economia de mercado, contra a construção de hidrelétricas e impondo severas restrições à mineração.

Junto com as demais ONGs, lutam por uma substancial redução da soberania nacional.

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domingo, 25 de julho de 2010

França pune ecologistas que atrapalharem caçada

Há anos extremistas ecologistas hostilizam as caçadas praticadas legalmente por milhões de franceses.

Diante da irritação popular o governo abaixou decreto punindo a “obstrução a um ato de caça” segundo noticiou “Le Monde”.

Os radicais das “associações de defesa dos animais” encheram os jornais com protestos ideológicos contra a justa medida. Ela pune com multa de 1.500 euros toda tentativa de impedir o desenvolvimento de uma partida de caça.

“Tinhamos chegado à absurda situação de que comandos desciam encapuçados durante as caçadas, interpunham-se violentamente diante dos caçadores. E cada vez que nós registravamos a ocorrência nenhuma providência era tomada”, explicou Pierre de Boisguilbert, da Federação Nacional dos Caçadores ‒ FNC.

Bom exemplo para ser imitado por nosso IBAMA. Desejamos que não fique ele perpetuamente do lado dos extremistas “verdes”.

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