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domingo, 20 de dezembro de 2015

Show desvenda fundo oculto do ambientalismo

Luis Dufaur





Em numerosos posts deste blog temos documentado e comentado a existência de um fundo panteísta e evolucionista que crepita dissimuladamente no ecologismo radical.

Essa visão do mundo afino com o evolucionismo marxista e o de certas escolas teológicas, como a de Teilhard de Chardin ou místicos pagãos islâmicos, por exemplo.

Infelizmente, ela irrompeu num texto de grande repercussão mundial.

Esse texto que se apresenta como uma encíclica embora não pretenda sê-lo e virtualmente ignore o nome de Jesus Cristo é a Laudato Si’.

Também em numerosos posts publicamos autorizados comentários sobre a ausência de fundamentos científicos sólidos e a consonância ideológica desse quilométrico escrito com a teologia da libertação, na sua versão mais atualizada.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Acordo de Paris: o insucesso histórico da COP21

Políticos fingem vitória para esconder o fracasso.
De esquerda para a direita: Christiana Figueres, secretária-executiva;
Ban ki-moon, secretário geral da ONU; Laurent Fabius, presidente da COP21
e François Hollande, presidente socialista da França.
Luis Dufaur





Abraços, lágrimas, euforia: não foi a final da Copa, mas da COP21 em Paris. Os organizadores comemoraram com emoção um “acordo histórico” sobre o clima futuro do planeta, sob a presidência do chanceler socialista francês Laurent Fabius.

Ele apresentou o texto como constituindo “o melhor equilíbrio possível, forte e delicado, que permitirá a cada delegação voltar a casa com conquistas importantes”, informou o jornal “Le Monde” grande torcedor pelo sucesso da COP21.

Lindas palavras, dignas de um bom degustador de champanha, da mais cara e melhor.

Porém o que é que de fato aprovou “por consenso” a COP21?

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O acordo de Paris entre a utopia inclemente e a realidade

Embaixo da Tour Eiffel. Em Paris sob o terror não há ambiente para o carnaval anarco-ecológico das ONGs verdes.
Embaixo da Tour Eiffel. Em Paris sob o terror
não há ambiente para o carnaval anarco-ecológico das ONGs verdes.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Na reta final, a COP21 languidesce.

Os pânicos climáticos induzidos pela propaganda catastrofista, o bombardeio psicológico da grande mídia, a teimosia ideológica de cientistas empregados de governos, partidos e políticos com interesses ideológicos apenas dissimulados, murcharam no ambiente de terror criado na capital francesa pelas Kalashnikovs assassinas e por homens-bomba recitando o Corão.

Não há ambiente para o carnaval anarco-ambientalista

Compreensivelmente, no estado de emergência nacional proclamado pelo governo, a polícia francesa interditou toda reunião pública. E o folclore do ambientalismo radical não pode exibir seus disfarces destinados a encher as páginas dos jornais e da Internet.

Um revelador vídeo da Vice News exibiu a inautenticidade do folclore verde.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

NASA: gelo na Antártica não cessa de crescer
e faz descer níveis dos oceanos

Qualquer exagero vale. Exemplo de alarmismo sobre o Ártico difundido por Greenpeace. Agora que o gelo Ártico cresce fanáticos verdes procuram outro espantalho
Qualquer exagero vale. Exemplo de alarmismo sobre o Ártico difundido por Greenpeace.
Agora que o gelo Ártico cresce fanáticos verdes procuram outro espantalho
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Enquanto progredia a fase periódica de derretimento do Ártico, o alarmismo verde, sempre ecoado ruidosamente pela grande mídia, bombardeou a opinião pública com relatórios mais ou menos enviesados, não raro com dados deturpados ou interpretações tendenciosas.

Isso serviu para impulsionar o pânico insensato de um aquecimento global que elevaria o nível dos mares até inundar cidades que somam centenas de milhões de moradores das costas.

Mas agora o ciclo periódico de gelo ártico entrou na fase de aumento. Os poucos crédulos no alarmismo verde, que tentaram atravessá-lo inteiramente derretido, tiveram que ser resgatados.

domingo, 29 de novembro de 2015

Acordo de Paris empobrece os mais pobres e degrada os mais ricos

Paris não se deixa dobrar pelo terror islâmico. Cederá antes as aterrorizantes armadilhas verdes que ressoarão na COP21?
Paris não se deixa dobrar pelo terror islâmico.
Cederá antes as aterrorizantes armadilhas verdes que ressoarão na COP21?
Luis Dufaur





A COP21, ou Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, vai começar numa atmosfera enrarecida pelos atentados islâmicos que enlutaram a França.

Mas o fundamentalismo verde não manifesta intenções de parar.

As negociações preliminares para redigir o acordo que será submetido à aprovação na COP21 desenharam a criação de um Fundo Climático Verde (Green Climate Fund) que deverá tirar anualmente 100 bilhões de dólares dos países “ricos” por volta do ano 2020.

Isso é apenas um piso. Como as metas almejadas pelos promotores da COP21 são fantasiosas e inalcançáveis, esse Fundo vai exigir sempre mais e mais.

Obviamente, quererá tirar esses capitais dos “predadores” capitalistas, emissores de CO2, aquecedores do planeta, e mais outros slogans depreciativos cunhados pela militância socialista-verde.

O Fundo terá oficialmente um objetivo: subsidiar energias alternativas e financiar programas de desenvolvimento ecologicamente corretos nos países pobres.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Irreversivelmente rumo à estagnação? Horizonte ditatorial se insinua no acordo visado em Paris

Chanceler socialista francês Laurent Fabius, assume ares de profeta e diz que metas enunciadas são 'irreversíveis'
Chanceler socialista francês Laurent Fabius, assume ares de profeta
e diz que metas enunciadas são 'irreversíveis'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Ministros de Meio Ambiente e negociadores diplomáticos de 70 países encaminharam em Paris um acordo para que os objetivos nacionais de redução das emissões de gases de efeito- estufa não só sejam revisados a cada 5 anos, mas também sejam irreversíveis, segundo noticiou “O Estado de S.Paulo”.

O entendimento foi feito em evento prévio à 21.ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP21).

Os dois pontos são considerados cruciais para o sucesso da COP21, que deve chegar a um acordo que limite o aumento médio da temperatura na Terra, como se isso dependesse do homem.

A Pré-COP, como o evento foi chamado, realizou uma espécie de “ensaio geral” da Conferência do Clima visando consensos sobre as propostas que serão negociadas no evento principal, também em Paris, a partir de 30 de novembro.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Viajando em trem ecologicamente correto;
e comunista também.
Uma “profecia do futuro mundo verde"

Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.
Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.




As primeiras ferrovias – de luxo, aliás – da América Latina, foram as de Cuba. Hoje elas constituem a forma mais lenta de transporte na ilha, o que não é dizer pouco.

Viajar de Havana a Santiago de Cuba – mais ou menos de uma extremidade a outra da ilha ou 765 quilômetros – leva em média 15 horas, caso o trem não quebre, fato muito comum.

Um jornalista do “Clarín” de Buenos Aires ousou a aventura e publicou os resultados.

As cabras pastam junto aos trilhos, obrigando as locomotivas a frear para não atropelá-las. Carros de antigas marcas americanas e caindo aos pedaços fazem fila nos cruzamentos, aguardando passar os vagões, que podem atrasar horas.

domingo, 22 de novembro de 2015

Acordo de Paris debaterá ‘Tribunal Internacional de Justiça Climática’ para julgar países desobedientes

Foi um sonho de utopistas alucinados da extrema esquerda.  Hoje é uma proposta que aguarda aprovação final na COP21.
Foi um sonho de utopistas alucinados da extrema esquerda.
Hoje é uma proposta que aguarda aprovação final na COP21.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os negociadores que preparam a redação do tratado que deveria ser aprovado na Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, ou COP21, em Paris, concordaram em incluir nesse tratado a criação de um “Tribunal Internacional de Justiça Climática”, informou o Committee For A Constructive Tomorrow (CFACT), associação que acompanha de perto o andamento das combinações da ONU em matéria de ambientalismo.

A decisão de incluir esse Tribunal no texto que os governos assinariam na cúpula climática de Paris, foi adotada em Bonn, Alemanha.

A ideia é velha e vinha sendo defendida pelas ONGs ambientalistas mais radicais. Ela parecia fadada  a ficar na nuvem das utopias nunca realizadas. Porque ela sempre foi extremadamente totalitária. Jamais chegou a ser aprovada num cenáculo de cúpula da ONU.

Entretanto, esse devaneio de fanáticos, agora entrou no projeto básico a ser discutido, obviamente sem tempo de lê-lo, pelos chefes de Estado e de governo na COP21 e que poderá ser plasmado num acordo em Paris.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Acordo de Paris: para matemáticos, a quixotada contra o “aquecimento global” é cara, inútil, irracional e ditatorial

É preciso voltar muito na história para achar uma obsessão doida como a do aquecimento global, dizem matemáticos franceses
É preciso voltar muito na história para achar
uma obsessão doida como a do aquecimento global,
dizem matemáticos franceses.
Luis Dufaur





Enquanto o circuito verde-midiático-governamental esfrega as mãos pensando na conferência sobre mudanças climáticas de Paris (COP21), uma associação de matemáticos franceses veio mostrar com a força dos números que a luta contra o “aquecimento global” é um “absurdo” e uma “cruzada cara e inútil”, noticiou CNS News.

“Vocês teriam que fazer uma viagem bem longa de marcha à ré na história humana até encontrar uma obsessão tão doida”, escreveu a Société de Calcul Mathématique, sediada na Paris que acolherá a COP21, num estudo sobre a insistência sem fundamentos no “aquecimento global”.

Leia a íntegra do trabalho clicando aqui.


Os matemáticos se perguntam “como é que chegamos ao ponto de, num país que se diz racional”, se engajar numa “batalha contra o CO2 concebida como prioridade nacional”.

“Olhamos para os fatos, equações, comentários e argumentos”, explicaram.

“Mas não há sequer um fato, uma equação ou observação que nos leve a concluir que o clima do mundo está sendo ‘perturbado’ de algum modo. Há variáveis, como sempre as houve (...)

“Os métodos modernos estão longe de serem capazes de medir com precisão a temperatura global, inclusive a do dia de hoje, então as projeções para o clima dentro de 50 ou 100 anos são ainda menos confiáveis”.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

França e China promovem aliança planetária rubro-verde para viabilizar Acordo de Paris

Em Pequim, a França e a China combinaram promover a governança mundial na COP21
Em Pequim, a França e a China combinaram promover a governança mundial na COP21
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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O presidente socialista francês François Hollande foi à China para tentar convencê-la a liderar os países emergentes que ainda hesitam em se engajar num novo tratado de governança ecológica mundial na COP21.

Pequim não hesitou em assinar uma declaração comum exigindo que a reunião planetária de dezembro em Paris conclua com um acordo obrigatório para os países assinantes.

E fez mais: anunciou solene e pomposamente que Pequim está resolvida a passar para uma economia “verde".

O presidente francês não cabia dentro de si de alegria com seu sucesso. “Eu espero que a China, a partir da declaração comum que assinamos, possa agir como nós num trabalho de diálogo, de convencimento junto a certo número de países que, como se sabe, serão determinantes para que o acordo possa ser atingido”, disse numa conferência de imprensa na capital chinesa, referida pela AFP.

domingo, 15 de novembro de 2015

Acordo de Paris pode ser o “fracasso do ano” ou produzir “o fracasso da civilização”

Na COP21, 40.000 representantes tentarão decidir o futuro do clima do planeta. E fazer uma revolução com raros precedentes históricos.
Na COP21, 40.000 representantes tentarão decidir
o futuro do clima do planeta.
E fazer uma revolução com raros precedentes históricos.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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De 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, cerca de 40.000 pessoas bem pagas – políticos, funcionários de governos ou de órgãos internacionais, ativistas verdes radicais, lobistas, religiosos “pelos pobres” e milhares de jornalistas – chegarão a Paris procedentes de 195 nações, enchendo hotéis e aeroportos, inclusive o maior campo de pouso da Europa, exclusivo para jatos privados.

Eles farão parte de uma assembleia babilônica batizada de Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, ou abreviadamente COP21.

Pelo menos 117 chefes de Estado e de governo participarão da abertura dessa conferência. Ao término da “sessão política”, a negociação visará a que o rascunho do novo acordo climático, essencialmente já escrito, receba sua redação final até 5 de dezembro. Caberá ao ministro socialista Fabius, chefe da delegação do país sede, mediar os conchavos finais.

O objetivo declarado é chegar a um acordo planetário que obrigue os países assinantes a reduzirem maciçamente suas emissões de gases estufa. A suposição é de que se poderá assim ajudar a evitar que a temperatura global da Terra aumente mais de 2º graus centígrados num século.

Dificilmente a maioria desses 40.000 participantes saberia explicar o que é um gás estufa. Mais árduo será encontrar aqueles que sabem que o principal gás estufa é o vapor de água (leiam-se as nuvens que constituem 72% desses “demônios dos ares”).

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Acordo de Paris e governança mundial multiplicará a pobreza

Com os carros demonizados, os ciclistas em Pequim ficam mais perto do ideal do miserabilismo ambientalista e do velho marxismo maoista também!
Com os carros demonizados, os ciclistas em Pequim
ficam mais perto do ideal do miserabilismo ambientalista
e do velho marxismo maoista também!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: raiz ateia, anticristã e anticientífica da proposta ambientalista


Catolicismo — Dizem que o aquecimento global provocado pelo homem prejudica o Brasil, a América Latina e o mundo em desenvolvimento.

Calvin Beisner — Nenhuma sociedade jamais se elevou da pobreza sem o acesso a energia abundante, barata e confiável.

Se há ainda povos que estão vivendo na pobreza, presos a ela, em boa medida é porque não têm acesso à energia abundante, acessível e confiável, essencial para a sua ascensão e saída dessa pobreza.

Há quem diga que a única maneira de reduzir a suposta influencia humana sobre a temperatura média global — pela da emissão de dióxido de carbono — é reduzindo o uso de combustíveis fósseis.

Esse é o primeiro modo de como essa visão exerce consequências negativas para os povos da América Latina e de outras partes mais pobres do mundo.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Raiz ateia, anticristã e anticientífica no projeto de acordo em Paris

Ativistas ambientalistas na Ucrânia.
Ativistas ambientalistas na Ucrânia.
Luis Dufaur





continuação do post anterior: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”, o âmago da questão

Catolicismo — O senhor julga que os norte-americanos são mais propensos que outros povos a uma visão objetiva sobre a questão do aquecimento global? Eles são receptivos à mensagem da Cornwall Alliance e de organizações similares?

Calvin Beisner — Comparadas com sondagens realizadas em várias partes do mundo, constata-se que a população americana é mais cética do que a europeia quanto ao “perigo do aquecimento global provocado pelo homem”.

Contudo, eu tenho dúvidas de que tenhamos informações de boa qualidade a esse propósito dos povos da África, Ásia e América Latina. Mas constata-se que os americanos tendem a ser um pouco mais céticos, e possivelmente há uma série de razões para isso.

domingo, 8 de novembro de 2015

“Pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão em Paris

O Dr. Calvin Beisner também foi professor de estudos interdisciplinares
no Covenant College de 1992 a 2000.
É autor de quatro obras sobre população, recursos, economia e meio ambiente,
além de 8 outras obras; contribuiu para mais de 30 livros
e publicou centenas de artigos.
Testemunhou como perito em ética e economia da política climática
perante comissões do Congresso dos EUA.
Bacharelado em Estudos Interdisciplinares
pela Universidade do Sul da Califórnia (1978).
Mestrado com especialização em Ética Econômica
pelo International College (1983). Ph.D. em História da Escócia
(História do Pensamento Político) pela Universidade de St. Andrews, Escócia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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diversos blogs







Na medida que se aproxima a Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, ou COP21, o ambientalismo radical e as esquerdas em geral preparam uma grande pressão. Eles têm muito a ganhar.

A COP21 visa assinar um tratado que substitua o decaído Protocolo de Kyoto que teoricamente devia limitar as emissões de CO2 no planeta.

O Protocolo de Kyoto hoje está falido e deve ser substituído, segundo eles. Alegando o combate ao aquecimento global e a diminuição das emissões de CO2, o novo acordo visaria instaurar uma governança mundial sob a qual as nações perderão soberania, em graus crescentes.

Essa governança verde já nascerá voltada contra a riqueza das nações – os países ricos e também aqueles que aspiram a sê-lo – com projetos de essência socialista fortemente condimentados com utopias malsãs de cunho anarco-tribalista, como o CIMI e outros tentáculos da CNBB já nos têm acostumado.

Também o Papa Francisco I se engajou na campanha de “pressão moral” para a COP21 aprovar esse governança planetária, muito parecida com as utopias de séculos passados.

Nesse sentido publicou a encíclica ‘Laudato si’ que causou espanto nos espíritos mais ponderados, especialmente no campo científico, pelo favorecimento das hipóteses aquecimentistas da religião verde.

Nós temos dedicado diversos posts a esse pronunciamento e os aplausos quase unânimes das esquerdas mundiais e a grande cobertura midiática que recebeu.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Fukushima: o pânico verde causou 1.600 mortes,
a radiação nenhuma

A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
Luis Dufaur





O pânico gerado por informações alarmistas durante o acidente nuclear em Fukushima em 2011, no Japão, foi talvez o maior causador de vítimas mortais das últimas décadas, noticiou a “Folha de S.Paulo”.

Um dos maiores tsunamis da História devastou as costas japonesas voltadas para o Levante, atingindo em 11 de março uma velha usina atômica de tecnologia há décadas superada, mas ainda em funcionamento: Fukushima.

A usina nuclear sofreu uma avaria no seu sistema de refrigeração e temeu-se uma explosão de grandes proporções, que felizmente não se concretizou.

O temor causado pela ocorrência, entrementes, foi explorado aberta ou sorrateiramente pela propaganda verde pela multiplicação dos danos humanos reais.

domingo, 25 de outubro de 2015

Contestação ecologista cria novos Robespierres

Notre Dame des Landes: uma tribo anárquica  entrincheirada contra o progresso e a contra o Estado
Notre Dame des Landes: uma tribo anárquica
entrincheirada contra o progresso e a contra o Estado
Luis Dufaur





O jornal Le Monde de Paris, púlpito entusiasmado da revolução verde, publicou matéria sob o título “A contestação ecologista cria novos Robespierres”.

Ele se referia ao aparecimento das chamadas “zonas a defender” (ZAD), espécie de territórios livres que desconhecem a autoridade do Estado ou da lei.

E explica: trata-se de “defender o meio ambiente contra os poderes públicos, contra os projetos de desenvolvimento econômico”.

São novas pequenas “Sierras Maestras” na França, mas de um tipo diferente. Uma espécie de guerrilha mais psicológica do que armada porém radicalmente ambientalista cria centros anárquicos que desgarram a unidade nacional.

domingo, 18 de outubro de 2015

Aerogeradores e painéis solares matam pássaros sem cessar, mas mídia pró-verde silencia

Viés ideológico dramatiza parcos acidentes com pássaros  e silencia a morte de milhões de outros atingidos por 'energias renováveis'.
Viés ideológico dramatiza parcos acidentes com pássaros
e silencia a morte de milhões de outros atingidos por 'energias renováveis'.
Luis Dufaur





Os aerogeradores eólicos e as plantas de energia solar matam centenas de vezes mais animais do que os poços de petróleo em pane.

A notícia pode parecer surpreendente porque a mídia insiste obsessivamente em difundir fotografias de pássaros, sobretudo do mar, atingidos pelo petróleo derramado por poços ou petroleiros afundados.

Essas imagens são apresentadas pela propaganda verde de modo tendencioso.

Outro golpe clássico é a imagem do urso polar sobre um pedaço de gelo que estaria se derretendo e condenando o simpático ursinho à desaparição, quando ele o está usando de outeiro para avistar uma presa, dar-lhe morte e comê-la.

Porém, Kerry Jackson, que escreve no Investor’s Business Daily, forneceu dados esclarecedores mostrando, segundo informa o American Thinker, que os demagógicos ambientalistas têm as mãos encharcadas de sangue de pássaros.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Hotel de luxo cria favela para ricos ecologicamente corretos

Shanty Town: hotel verde maravilhoso para o jet set usufruir de Laudato Si' na mão.
Luis Dufaur





Chegou o tempo de se preparar para o maravilhoso mundo verde, onde ninguém consome demais, não aquece o planeta e distribui igualitariamente as riquezas para evitar as catástrofes climáticas de origem humana que outrora flagelavam a Terra por culpa do capitalismo.

Partiram na frente alguns figurinos do jet set midiático eclesiástico e já estão testando o estilo de vida verde compatível com a Laudato Si’.

Um hotel de luxo, o Emoya Spa and Oopvuur Restaurant, em Bloemfontein, uma das três capitais da África do Sul, já oferece o ambiente futurista com todas suas comodidades, aliás bastante imperceptíveis, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.

domingo, 4 de outubro de 2015

Satélites acusam que a
vegetação mundial não deixa de se expandir

Luis Dufaur





O mundo está cada vez mais verde e a vegetação mundial não deixa de se expandir. Desde 2003 as plantas captam anualmente 4 bilhões de toneladas de carbono a mais do que no ano anterior, inclusive o CO2, noticiou a agência Reuters.

A China, que destruiu suas florestas para produzir energia a qualquer custo no Grande Salto Adiante, ficou desesperadamente sem madeira e agora está plantando em grande estilo.

Os antigos estados soviéticos estão restaurando suas plantações e seus bosques aniquilados pela reforma agrária, e suas savanas estão mais exuberantes, devido à maior precipitação.

Os cientistas que analisaram os dados recolhidos por satélites nos últimos 20 anos constataram o aumento de consumo vegetal de CO2, contradizendo os temores forjados em torno do desmatamento no Brasil e na Indonésia.

domingo, 27 de setembro de 2015

A voz do bom senso: “Empada de gafanhoto para ambientalistas”

Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Luis Dufaur





Certas iniciativas muito acalentadas pelo utopismo verde-vermelho parecem tão absurdas que causam justificadas reações jocosas ou irônicas suscitadas pelo bom senso, pela reta razão ou pelo instinto de conservação.

Pois, quem em seu são juízo iria acreditar que hoje se proporia ciclovias nas grandes cidades como as que vemos implantar ou comer repugnantes insetos com o pretexto de não aquecer o planeta?

Entre as muitas reações nesse sentido, destacamos o inteligente artigo “Empada de gafanhoto para ambientalistas” cujos excertos publicamos a continuação.



Empada de gafanhoto para ambientalistas



Em Moscou, antes da revolução soviética, o padeiro Ivanov era fornecedor da corte do Czar. Foi intimado a se apresentar em palácio, devido a grave acusação.

— Como é que você explica isso?

domingo, 20 de setembro de 2015

Cardeal Pell: “A Igreja não tem mandato divino para falar sobre questões científicas”

Cardeal George Pell, “ministro da Economia” do Vaticano: “A Igreja não tem um mandato do Senhor para se pronunciar sobre questões científicas”
Cardeal George Pell, “ministro da Economia” do Vaticano:
“A Igreja não tem um mandato do Senhor
para se pronunciar sobre questões científicas”
Luis Dufaur





O cardeal George Pell, Arcebispo de Sydney e “ministro da Economia” do Vaticano, foi entrevistado pelo jornal econômico “Financial Times” no mesmo dia em que apresentou o estado das contas da Santa Sé.

Na oportunidade, falando a propósito da encíclica “Laudato si'”, o purpurado esclareceu que “a Igreja não tem mandato do Senhor para se pronunciar sobre questões científicas”, segundo noticiou o site Vatican insider.

O “Financial Times” entendeu que o cardeal se distanciou assim da “revolucionaria encíclica do Papa, que pede uma ação global contra a mudança climática”.

O cardeal afirmou sobre a Laudato si': “Há partes que são belíssimas. Mas a Igreja não tem competência alguma especial em matéria de ciência. A Igreja não tem um mandato do Senhor para se pronunciar sobre questões científicas. Nós acreditamos na autonomia da ciência”.

domingo, 13 de setembro de 2015

Ambientalismo na UE se assanha contra carros particulares

Exigências ambientalistas preparam o dia em que o carro será tido como um inimigo
Exigências ambientalistas preparam o dia
em que o carro será tido como um inimigo
Luis Dufaur





A União Europeia (UE) fixou objetivos “ecologicamente corretos” a serem atingidos em 2025 em matéria de gazes de efeito estufa. Em vez de reagir com prudência diante da falta de bom senso das propostas ambientalistas, a UE se apressa em atacar os automóveis privados, apontando-os a dedo como os vilões culpados pelo mirabolante apocalipse climático.

O raciocínio parece copiado de Nicolás Maduro: a culpa é dos particulares que não cumprem as fantasias irrealizáveis do regime e então devem ser punidos.

Os ministros do Ambiente e dos Transportes da Holanda, Irlanda, Suécia e Finlândia pediram à Comissão Europeia novos objetivos mais radicais a serem estabelecidos no próximo ano.

O objetivo para 2021 é que os fabricantes de carros limitem a emissão a uma média de 95 g de CO2/km. Essa meta a priori é inatingível no prazo: em 2014, a média foi de 123,4 g de CO2/km, segundo a agência VoxEurop.

Mas os ministros insistem em mais dirigismo e mais punição dos “veículos particulares”. “Estes objetivos, acrescentam, são essenciais para desenvolver e melhorar os veículos elétricos, a hidrogênio e os híbridos recarregáveis”.

domingo, 6 de setembro de 2015

Reunião da ONU em Paris pode atentar contra soberania na Amazônia

O general Villas Bôas falando na audiência pública no Senado.
O general Villas Bôas falando na audiência pública no Senado.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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No marco da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, reunir-se-á de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015 em Paris a denominada COP21 (Conference of the Parties).

Ela reunirá as delegações oficiais de quase todos os países do mundo com vistas a aprovar um projeto de governo planetário para combater o aquecimento global e outros espantalhos considerados inexistentes por cientistas objetivos.

O plano já foi tentado em algumas das reuniões anuais precedentes, mas não teve sucesso. As COPs são conferências eminentemente políticas, e em Paris os movimentos ambientalistas e socialistas pretendem fazer aprovar uma mal definida “governança mundial”.

Essa “governança” visaria assumir o controle do mundo corroído pela corrupção e instalar um regime de tipo científico cooperativista com o pretexto de “salvar o planeta” do “aquecimento global gerado pelo homem”.

domingo, 30 de agosto de 2015

Caso do leão mostra que ‘verdes’ nada sabem da natureza, aponta zimbabuano

Leão caça uma impala
Leão caça uma impala
Luis Dufaur





Um fato sugestivo dos exageros ambientalistas aconteceu recentemente no Zimbábue.

Sobre ele nos fala o estudante zimbabuano de bioquímica Goodwell Nzou, que está preparando seu doutorado em biociências moleculares e celulares na Wake Forest University, em Winston-Salem, na Carolina do Norte (EUA).

Inesperadamente ele começou a receber estranhas mensagens de texto e postagens no Facebook que vieram distraí-lo.

“Lamento muito pelo Cecil” – escreviam uns.

“Cecil vivia perto do seu lugar no Zimbábue?” – perguntavam outros.

Goodwell Nzou de início não entendeu o que estava acontecendo.

Mas deixemo-lo contar o resto da história e nos transmitir uma dose de realismo, simpatia e bom senso.

O artigo original foi publicado pelo The New York Times e reproduzido em português pelo O Estado de S.Paulo. 


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Roraima: em nome da ecologia
assanhamento contra produtores rurais

Raposa/Serra do Sol: antes, durante e depois. O Brasil amanhã: como é que vai ser?
Raposa/Serra do Sol: antes, durante e depois. O Brasil amanhã: como é que vai ser?

Paulo Henrique Chaves


O drama e a dor de Dorinha Serra da Lua

O Estado de Roraima ainda não se recuperou da tragédia representada pela expulsão de mais de 300 famílias.

Há sete anos, em decorrência da criação da terra indígena Raposa/Serra do Sol, proprietários da região foram cruelmente retirados de suas próprias casas.

Agora nova perseguição se abate sobre outros pioneiros ruralistas, pois a febre de demarcações dos governos do PT não cessa.

Para perseguir as propriedades eles são capazes de “ressuscitar” novos índios, inventar falsos quilombolas, criar assentamentos de Reforma Agrária, e também parques ecológicos de conservação ambiental em terras de ocupação centenária.

Assista abaixo ao depoimento emocionado de Dorinha Serra da Lua, que conta sua história de seu nascimento e, ao mesmo tempo, desabafa sobre como vem sendo este novo processo de desapropriação no Estado de Roraima, com o pretexto de preservar o meio ambiente!

domingo, 23 de agosto de 2015

Proibir o dendê?
O ambientalismo rebaixando a vida dos homens

Árvore de óleo de palma, ou dendê, (Elaeis guineensis), decretada inimigo da planeta pelo ditatorialismo ambientalista
Árvore de óleo de palma, ou dendê, (Elaeis guineensis),
decretada inimigo da planeta pelo ditatorialismo ambientalista
Luis Dufaur






A ministra socialista francesa de Ecologia, Desenvolvimento Sustentável e Energia, Ségolène Royal, denunciou a empresa italiana de doces e chocolates Ferrero de contribuir para o desmatamento do planeta.

Ela apontou que o óleo de palma é usado para o fabrico de Nutella, o creme de cacau, leite e avelãs mais vendido no mundo, noticiaram os jornais Clarín, de Buenos Aires, e La Vanguardia, de Barcelona.

A ministra justificou o gesto arbitrário alegando que o aumento das plantações de palmas da Guiné contribui para o aquecimento global.

“Temos de deixar de comer Nutella, por exemplo, porque está sendo fabricado com óleo de palma”, o azeite de dendê brasileiro, disse a ministra Royal no programa Le Petit Journal do Canal+.
O disparate da ministra espantou até o apresentador do programa, que não conseguiu reprimir a exclamação: “A Nutella é boa!”.

A ministra acabou por afundar sua posição, insistindo: “Sim, mas não é necessária, porque contém óleo de palmas que foram plantadas em lugar de árvores, fato que constitui um dano considerável ao meio ambiente”. Como se a palma não fosse árvore...

domingo, 16 de agosto de 2015

Menti, menti, menti… que afinal sairá a governança verde mundial!

Miguel Arias Cañete, comissário da UE para o clima. ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Miguel Arias Cañete, comissário da UE para o clima. ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Luis Dufaur





Desinvestir em combustíveis fósseis – quer dizer, naqueles viáveis para a atividade humana no mundo – é uma palavra de ordem repetida incessantemente nos arraias do fanatismo verde.

É fora de dúvida que aparecendo combustíveis melhores, menos onerosos, mais eficazes ou acessíveis, será bom ir fazendo a devida substituição, com sensatez e com toda a presteza possível.

Mas nada disso está acontecendo. Os verdes exigem desinvestir sem fornecer alternativas viáveis. O que equivale a parar a civilização hodierna.

Com esse objetivo, eles não hesitam em apelar até para desonestidades científicas, políticas ou administrativas.

Um exemplo recente desses procedimentos desonestos deu-se com a Sérvia.