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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Físico ateu quer sair da Terra,
de pânico dos bichos papões ambientalistas

Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Louvado pela moda, o físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking encheu de gáudio o catastrofismo ambientalista em debate organizado pela Oxford Union Society.

Segundo esse militante do ateísmo, nós só teremos 1.000 anos para fazer as malas e migrarmos para outro astro. Desse destino fatídico adviria a necessidade de acelerar a conquista espacial.

Ele explicou a causa de sua predição apocalíptica: “Eu acredito que não sobreviveremos mais 1.000 anos sem fugirmos de nosso frágil planeta”, informou o jornal londrino “The Independent”.

Para identificar os cânceres que devorarão esse “frágil planeta”, ele apelou para os pânicos ambientalistas:

O primeiro é a mudança climática; o segundo é o desenvolvimento da energia nuclear; e, por fim, o progresso da inteligência artificial.



O físico apoiou-se em sua visão materialista do homem, qualificado por ele de “mera partícula elementar da natureza”. Após rebaixar assim o ser humano, que tem uma alma imortal dotada de inteligência e vontade, Stephen Hawking apelou para o precipício dos blefes ambientalistas.

Não é a primeira vez que o cosmólogo apela para pânicos irracionais com vistas a influir sobre o futuro da espécie humana. Em abril de 2015 ele apresentou um projeto de nave espacial para tentar atingir Alpha Centauri, o grupo de estrelas mais próximo da Terra.

Nenhuma tecnologia permite entrever como essa viagem seria possível. Levar-se-ia toda a humanidade, ou se escolheria uma casta de “seletos” que iriam iniciar uma nova humanidade enquanto os restantes ficariam condenados à extinção pelo aquecimento global?

Migrar para a brilhante estrela Alpha Centauri da qual pouco se sabe equivale a um suicídio coletivo.
Migrar para a brilhante estrela Alpha Centauri da qual pouco se sabe
equivale a um suicídio coletivo.
Quanto duraria essa viagem monstruosa? Alpha Centauri se encontra nada mais, nada menos a quatro anos-luz e é astronomicamente imensa. E ir para onde? A ciência e a tecnologia espacial não têm a menor ideia se há algum astro habitável naquele sistema.

Muitos físicos criticam Hawking, argumentando que ele age mais como um astro pop do que como cientista.

Eles alegam que o britânico defende teses muito embombadas pela imprensa, mas que nunca demonstra.

Acrescentam que é muito difícil discutir com ele pela ausência de documentação para suas suposições e pelo barulho midiático que o circunda (cfr. verbete Stephen Hawking, Wikipedia).

Falando no programa “Live from space”, Hawking pontificou que os terrícolas deveriam colonizar a Lua num prazo de “50 anos”, por causa de um suposto supercrescimento da população.

Na verdade, a humanidade com todas suas atividades ocupa por volta de 11% da Terra, existindo ainda imensidades por conquistar para a cultura e para a civilização.

As novas tecnologias prometem tornar essa estreita percentagem aproveitada do planeta ainda mais rica e produtiva. Mais, expandir essa parcela para regiões agora consideradas inaproveitáveis, como é o caso de muitas que hoje são prósperas graças ao trabalho dos homens.

Para isso vale, aliás, o conselho final que ele mesmo deu:

“Lembrai-vos de olhar para as estrelas, e não para os vossos pés. Tentai entender o que vós vedes e vos interrogar sobre as razões de ser do universo. Sede curiosos. Pouco importa até que ponto a vida parece complicada, sempre haverá alguma coisa que vós podereis fazer e obter sucesso. O importante é não entregar os pontos.”

A conquista do espaço não precisa de pânicos irracionais que induzam a pular no vazio de um sistema remotíssimo, inacessível e essencialmente ignorado. Esse pulo soa a suicídio coletivo em nave perdida.

O homem precisa é de sabedoria. Isso é o que está faltando. Ele poderá assim dar lugar a proezas no domínio da Terra, garantindo uma vida livre e plena, realizando o plano de Deus.

Mas apelando para o contrário da sabedoria, que é a característica da revolução verde-vermelha, nós nos jogaremos num precipício inimaginável.


7 comentários:

  1. Esse cara é como uma bananeira que já deu cacho, se é que ele foi uma bananeira produtiva.
    Não vale a pena discutir as "teses" dele.
    Contraditoriamente ele é endeusado por ateus.

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  2. Como encontramos loucos e maus intencionados mundo afora....

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  3. Receio que de tanto olhar o cosmo ele não seja mais capaz de observar e entender como é a dinâmica atmosférica e que não existe nenhuma ameça climática.

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  4. Os lunáticos que embarcam nesse pânico são os mesmos que aceitam e repetem bovinamente as teses econômicas de J.M. Keynes, para quem "a longo prazo estaremos todos mortos". Vai ou fica?

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  5. Já pensaram num planeta cheio de Stephen Hawkings? Desse, sim, eu fugiria.

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  6. Assim como Umberto Eco uma vez falou, os intelectuais e cientistas modernos se tornaram midiáticos demais. Precisam de respostas para o jornal do dia seguinte. Grandes homens da ciência como Einstein ou Darwin demoraram anos para responder as suas questões.

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  7. Ainda não conquistamos nem mesmo a Terra onde habitamos a tanto tempo, e esse senhor vem falar de conquista espacial. Faça-me o favor.
    Aliás, acho que hoje como sempre o mais importante é conquistarmos controle sobre nós mesmos, tornando-nos melhores.

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