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domingo, 29 de outubro de 2017

Oráculo do pinguim: o gelo da Antártica cresceu demais. Parem a demagogia!

Pinguim de Adélia emitiu seu oráculo em Hope Bay: gelo aumenta e morrem de fome
Pinguim de Adélia emitiu seu oráculo em Hope Bay: gelo aumenta e morrem de fome.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Dogma aquecimentista incontestável: a Terra esquenta! Uma das provas mais aterrorizadoras é que a superfície gelada da Antártida está diminuindo!

Esta é a posição da ONU, das ONGs, dos cientistas no vento premiados com altos cargos nos governos, nas instituições oficiais, reconhecidos como oráculos pela ‘Laudato Si’ e pela mídia.

domingo, 22 de outubro de 2017

“Igreja pan-amazônica”: “a última loucura” para desfazer o Brasil?

“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Criar um santuário ecológico desmembrando oito nações sul-americanas?

Forjar uma nova realidade místico-tribal no território amazônico apagando fronteiras e passado das nações?

Parece absurdo, mas essa é a ideia que explica o fundo do chamado Corredor Tríplice A ou Caminho da Anaconda.

O projeto engoliria de início 200 milhões de hectares desde os Andes até o Atlântico, ou uma terça parte da superfície amazônica.

O projeto é tido por seus promotores como a “última loucura” em matéria ambientalista.

O principal promotor é a Fundação Gaia Amazonas, presidida por Martin von Hildebrand, que há três anos vem arregimentando ONGs internacionais, ministérios, academias de ciência, reservas indígenas e o próprio Vaticano.

Uma grande reportagem sobre o ameaçador projeto foi publicada pelo jornal colombiano “El Espectador”. Ela foi divulgada em português pelo Instituto Humanitas Unisinos – ADITAL

A reportagem sublinha, bem no espírito da manobra, que “a ideia é tão maluca que, por isso mesmo, é possível”.

domingo, 15 de outubro de 2017

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

No dia 28 de agosto em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

domingo, 8 de outubro de 2017

Ditador turco confessa venalidade
no Acordo de Paris

Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário, essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário,
essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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O presidente-ditador da Turquia, Recep Erdogan, admitiu que sua única razão para assinar o Acordo de Paris era tirar dinheiro dos EUA e de outras nações ricas, escreveu o site The Conservative Tree House.

Os EUA comunicaram oficialmente à ONU em 4 de agosto sua saída do Acordo, noticiou “The New York Times”. Porém, aguardam-se mais algumas tratativas.

Como com a saída dos EUA do tratado o ditador turco não vê possibilidade de auferir benefícios financeiros, ele afirmou que não parece provável que seus submissos deputados aprovem o Acordo.

Segundo a agência Reuters, Erdogan confessou a oferta venal durante conferência de imprensa na reunião do G20 em Hamburgo.

Erdogan acrescentou que a França – que exercia a presidência da assembleia da COP21 por acontecer em Paris – prometeu ao líder fundamentalista que seu país seria incluído na lista dos que ganhariam uma compensação financeira.

“Então nós dissemos que se isso acontecesse o acordo passaria no Parlamento turco. Mas se não, não passaria”, explicou cinicamente Erdogan.